Mercado mantém dólar a R$ 1,63 no fechamento
da Folha Online
O dólar comercial foi trocado por R$ 1,630 na venda nos últimos negócios desta quarta-feira, sem variação sobre a taxa final formada ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,740 (venda), em alta de 0,57%.
Segundo profissionais de corretoras, a expectativa pelo resultado da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) guiou os negócios de hoje no mercado de câmbio. Ontem, o presidente do Federal Reserve (banco central americano), Ben Bernanke, sinalizou que o juro americano deve ser mantido em 2% pelos próximos meses.
No Brasil, analistas contam com uma nova alta da taxa Selic, provavelmente para 12,25%, embora um ajuste para 12,50% não esteja descartada por uma parcela de economistas do setor financeiro. "Com os últimos números de inflação, parece que o mercado consolidou que vai dar meio ponto. O volume de negócios foi regular, mas nós vimos por aqui que alguns importadores preferiram ficar fora [do mercado], aguardando a posição do Bacen", relata Luiz Fernando Moreira, operador da mesa de câmbio da corretora Dascam.
"A manutenção de alta de meio ponto percentual é mais ponderada, sem causar estresse, dando-lhe tempo [o BC] e margem de manobra para sentir a reação dos índices e agira té a última reunião do ano, em 10 de dezembro", avalia a equipe de analistas da corretora Planner, em relatório sobre economia e mercado financeiro.
Analistas lembram que essa diferença entre juros americanos e brasileiros, cada vez maior, deve manter o mercado doméstico atrativo para investidores externos, o que sustenta a tendência declinante da taxa de câmbio. Os mesmos profissionais vêem com reservas a possibilidade da taxa cambial romper "o piso" de R$ 1,60 no curto prazo, devido à deterioração já observada das contas externas.
O BC revelou hoje números que reforçam essa percepção: o fluxo cambial do país, que mede a entrada de capital estrangeiro no comércio e na área financeira, ficou positivo em US$ 148 milhões em maio. Trata-se do segundo pior resultado do ano, atrás apenas do déficit de US$ 2,357 bilhões registrado em janeiro.
Juros futuros
Na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), o mercado futuro de juros elevou as taxas projetadas para 2009, 2010 e 2011.
No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada passou de 13,10% ao ano para 13,13%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada avançou de 14,18% para 14,22%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada subiu de 14,13% para 14,17%.
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Sem dúvida alguem está pondo açucar para chamar os otários.
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Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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