Dinheiro
05/06/2008 - 08h46

Inflação da população de baixa renda tem alta de 1,38% em maio, diz FGV

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da Folha Online

O IPC-C1, índice que mede a inflação sobre a população de baixa renda, teve alta de 1,38% em maio, a maior ja registrada na série histórica. Nos cinco primeiros meses do ano, o índice acumulou alta de 4,62% e nos últimos 12 meses, a elevação foi de 8,24%. Nos mesmos períodos, as taxas do IPC-C1 superaram as do IPC-BR --que foram 0,87% no mês, 3,05% no ano e 5,59% em 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Na passagem de abril para maio, a maior contribuição para a alta da taxa em 12 meses (de 6,84% para 8,24% respectivamente) veio do grupo Alimentação --a alta nessa classe passou de 13,38% para 17,01%, elevando de 74% para 78%, o impacto do grupo sobre o resultado geral. Os destaques foram os itens arroz e feijão (54,90% para 61,06%), carnes bovinas (27,40% para 32,87%), panificados e biscoitos (18,14% para 23,88%) e hortaliças e legumes (2,40% para 17,23%).

Também contribuíram os grupos Habitação (2,00% para 2,05%), Saúde e Cuidados Pessoais (3,01% para 3,54%) e Vestuário (4,02% para 4,84%), com destaque para gás de cozinha (0,22% para 3,15%) e medicamentos em geral (2,61% para 3,55%). O item Roupas (2,52% para 3,44%) respondeu majoritariamente pelo acréscimo da taxa do grupo Vestuário.

Já os grupos Educação, Leitura e Recreação (5,23% para 5,04%), Transportes (2,53% para 2,52%) e Despesas Diversas (6,47% para 4,94%) registraram decréscimos em suas taxas de variação em 12 meses.

O IPC-C1 é calculado com base nas despesas de consumo das famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos mensais.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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