Continental Airlines eliminará 3.000 empregos
da Efe, em Nova York
A companhia aérea americana Continental Airlines informou nesta quinta-feira que eliminará 3.000 postos de trabalho e retirará 67 aviões de operação para enfrentar "a pior crise da indústria desde o 11 de Setembro" por causa do alto preço do combustível.
"O setor está em crise. Seu modelo de negócio não funciona com este preço de combustível e a atual capacidade do mercado. Precisamos reagir com mudanças", afirmaram o presidente da Continental Airlines, Larry Kellner, e seu executivo-chefe, Jeff Smisek, em carta remetida a seus 45 mil funcionários.
Na mensagem, os executivos dizem que o corte dos 3 mil postos de trabalho, que também afetará o nível da diretoria, começará em setembro e que a empresa tentará convencer o maior número de empregados a se demitirem voluntariamente.
Os dois também se comprometeram a renunciar de seus salários até o final do ano, assim como qualquer pagamento de incentivos, e explicaram que os aumentos de preços dos últimos meses não conseguiram amortecer o aumento do custo do combustível.
Segundo seus cálculos, com o petróleo a US$ 151,26 o barril, "cerca de 75% mais caro do que há um ano", as despesas da companhia com combustível durante este ano aumentarão US$ 2,3 bilhões frente ao ano anterior, o que representa US$ 50 mil por funcionário.
Em sua carta, Kellner e Smisek também detalham que a intenção é retirar 67 aeronaves Boeing 737-300 e 737-500, de forma que, a partir de setembro, seus vôos tenham uma redução de 16% por ano, principalmente nas rotas domésticas.
A Continental Airlines prevê que até o final de 2009 tenha retirado de operação todos os aviões destes modelos, pouco eficientes no consumo de combustível, mas continuará recebendo novas aeronaves Boeing 737-800 e 737-900ER (16 este ano e 18 no próximo), para encerrar 2008 com uma frota de 344 unidades.
O anúncio da Continental Airlines acontece um dia após a United Airlines comunicar cortes similares.
Durante meses, as duas companhias aéreas negociaram uma possível fusão, mas finalmente descartaram esta opção por causa das dificuldades surgidas e das dúvidas se esta solução garantiria a rentabilidade das duas empresas.
Na quarta-feira, a United Airlines anunciou que reduzirá em 14% sua capacidade nacional e eliminará entre 1.400 e 1.600 postos de trabalho.
O presidente e executivo-chefe da United Airlines, Glenn Tilton, argumentou que "estas circunstâncias demandem que a indústria atue de forma decisiva e responsável."
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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