Dinheiro
14/06/2008 - 00h56

Programa da ONU apresenta novo plano contra a fome

da Efe, em Roma

O PMA (Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas) apresentou nesta sexta-feira (13) seu novo plano estratégico quadrienal para combater a fome, e que se centrará em potencializar os mercados locais dos países mais necessitados.

O novo projeto, aprovado após os quatro dias de reunião do conselho executivo do PMA, foi estudado para enfrentar a atual crise alimentícia, que provocou um aumento da fome no mundo.

"Este plano estratégico marca uma revolução na ajuda alimentícia, com o apoio aos mercados locais para que se rompa o ciclo de fome", disse a Diretora do PMA, Josette Sheeran.

Segundo uma nota do PMA, "a nova cara de fome requer informação do mercado e discursos que apóiem as economias locais".

O projeto foi denominado "80-80-80", já que, explicou Sheeran, "80% dos fundos do PMA se destinam aos países em vias em desenvolvimento, 80% do transporte terrestre é realizado nos países em vias em desenvolvimento e 80% do pessoal local é contratado nesta região do mundo em desenvolvimento".

O PMA explicou que o plano se centrará na "compra dos alimentos nos mercados locais, e na entrega de dinheiro ou vales de comida quando o alimento é disponível na região, mas os mais necessitados não podem ter acesso a ele".

Além disso, tentará sustentar o desenvolvimento econômico e do mercado, reforçar os pequenos agricultores, assim como o transporte e as redes de comunicações locais.

Comentários dos leitores
Jose Carlos Zuanazzi (6) 07/10/2008 11h28
Jose Carlos Zuanazzi (6) 07/10/2008 11h28
É o preço que países como o Brasil, por ser excencialmente agricola, têm que pagar. Seus produtos são negociados no mercado de "commodites" onde só os fortes interesses conseguem manejá-lo sem opinião
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Leonardo S. (78) 07/10/2008 11h26
Leonardo S. (78) 07/10/2008 11h26
O povo tem que parar de fazer filho. O Brasil está atrasando em 100 anos sua entrada no 1o. mundo pq os pobres fazem 5 filhos por casal enquanto a classe média faz 1. Resultado: A juventude do Brasil não estuda. O pior é que o Estado faz de conta que não acontece nada.
A pobreza é um problema cultural, e é difícil o Estado resolver. É muito difícil mudar a cabeça de uma pessoa. Os pais não estudaram, os filhos não estudam e os netos também não vão estudar. Apenas uma pequeníssima parcela estuda e ascende socialmente.
Solução de longo prazo para o Brasil: Esterilização compulsória quando a mulher dá a luz ao segundo filho na rede pública de saúde e mutirões de vasectomia. Isso vai se refletir daqui 20 anos na segurança pública, nos índices de escolaridade, na diminuição da pressão sobre os serviços públicos (postos de saúde, creches).
Coragem pra dizer e fazer isso? Ninguém tem.
sem opinião
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micael carneiro (1) 25/09/2008 14h07
micael carneiro (1) 25/09/2008 14h07
As verdadeiras causas das mudanças climática são muitas dentre elas destaco : o consumismo que para atende-lo precisamos explorar cada vez mais isto é retirar sempre que a demanda o exigir; o grande crescimento da população que para sobreviver precisa cada vez mais de espaço e alimento e não havendo controle da natalidade acabaremos consumindo tudo como um gafanhoto; o petroléo é nossa pricipal fonte energetica e precisamos depender cada vez menos do petroléo e não adianta sair culpando os carteis do petroléo, pois nos é quem somos dependêntes, quero ver você poder ir trabalhar, viajar se locomover sem seu carro. Temos sim que encontrar outras fontes energeticas pouco poluentes porque não existe fontes de energia não poluentes, pois onde tiver a existência do ser humano haverá poluição. Somos a unica espécie que não esta em equilibrio, pois os animais alimentam-se uns dos outros, quer dizer que um morre para o outro sobreviver e na nossa espécie alimentamos de quase tudo e todos e não temos predadores. A unica forma de viver sem poluir é larga a mordomia da civilização mordena e vivermos como os indios, quem se habilita?
A culpa das mudanças climáticas são de todos e a unica forma de isso acabar é eliminando os seres humanos.
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