Prévia da inflação oficial, IPCA-15 acelera para 0,9%, maior taxa desde 2004
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
Atualizada às 9h27
Prévia da inflação oficial, o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15) registrou alta de 0,90% em junho, acelerando em relação ao resultado de maio, quando a alta foi de 0,56%. A variação acumulada no ano ficou em 3,67%, acima do registrado no mesmo período de 2007 (2,18%).
Nos últimos 12 meses, a taxa ficou em 5,89%, maior que os 5,25% referentes aos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os alimentos voltaram a exercer maior pressão sobre o índice, com alta de 2,30% em junho (acima do resultado de maio, 1,26%). No ano, acumulam alta de 8,62%. O grupo também respondeu pela metade do IPCA-15 do mês, 0,51 ponto percentual.
As carnes tiveram maior influência sobre o resultado. A alta de 5,35% deste item acarretou contribuição individual de 0,11 p.p. Segundo o IBGE, o aumento dos alimentos foi generalizado, com destaque para o arroz (+17,09%), batata inglesa (16,79%), tomate (8,60%), macarrão 4,89%), pão francês (+3,43%) e refeição fora (1,55%)leite pasteurizado (+3,48%).
No primeiro semestre, a refeição fora de casa representou a maior influência, com contribuição de 0,28 p.p diante de alta de 7,41%.O pão francês, que subiu 20,99% de janeiro a junho, contribuiu com 0,23 p.p. para o índice. Dos 3,67% de alta do índice no primeiro semestre, o grupo alimentação e bebidas foi responsável por 1,87 p.p.
A pressão dos alimentos em junho foi maior em Curitiba, cuja alta desses produtos chegou a 3,02%. Em São Paulo, a inflação dos alimentos chegou a 2,82%, seguido de Porto Alegre (2,79%), Goiânia (2,59%) e Salvador (2,43%). No ano, os alimentos exerceram pressão sobre os resultados de Salvador (11,62%), Recife (11,34%), Belém (10,21%) e Curitiba (10,07%).
Os produtos não alimentícios subiram 0,50% em junho, ante 0,36% em maio. No semestre, acumulam alta de 2,31%, com destaque para os serviços bancários (3,47%), gás de bujão (1,49%), artigos para reparos nas residências (1,30%) e artigos de higiene pessoal (1,26%).
Entre as 11 regiões pesquisadas, a maior pressão em junho foi verificada em São Paulo, cuja alta chegou a 1,12%, seguido por Porto Alegre (1,03%) e Belo Horizonte (1%). No semestre, Recife teve a principal alta, com acumulado de 5,53%. Belém (4,64%), Salvador (3,90%) e Porto Alegre (3,66%) vieram em seguida.
O IPCA-15 refre-se ao cálculo dos preços coletados entre 16 de maio e 13 de junho, que foram comparados aos preços verificados entre 15 de abril e 15 de maio. O indicador pesquisa as famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.
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Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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