Publicidade

Dinheiro
03/07/2008 - 07h50

Com trégua de alimentos, inflação em SP desacelera em junho, diz Fipe

Publicidade

da Folha Online

Atualizada às 14h54

O IPC (índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP) voltou a desacelerar e fechou o mês de junho em alta de 0,96%, menor índice mensal desde abril, quando a alta foi de 0,54%. O desaquecimento nos preços dos alimentos contribuiu para o resultado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira.

O índice da categoria Alimentação registrou alta de 2,87%, menor desde a terceira quadrissemana de maio, quando houve alta de 2,61%. Foi também a terceira semana consecutiva de desaceleração do índice. Em maio, os preços dos alimentos tiveram alta de 3,17%. A categoria contribuiu com 67,53% na composição do índice.

"Alimentação continua o grupo de maior pressão do índice. É disparado a maior variação dos grupos. O IPC ficaria em 0,32% sem a inflação de alimentação. A boa notícia é a desaceleração, até expressiva, de 3,20% na terceira semana para 2,87% no fechamento. Exceto por alimentos fora do domicílio, todos os subgrupos contribuíram para isso", disse Márcio Nakane, coordenador da pesquisa da Fipe, que destacou a performance dos produtos in natura, que apresentaram deflação de 1,47% em junho.

Entenda a diferença entre os principais índices de inflação

Os preços na categoria Habitação também desaceleraram e tiveram alta de 0,30% (menor desde a terceira quadrissemana de fevereiro, 0,21%), contra 0,54% uma semana antes. No encerramento de maio, o indicador registrou alta de 0,74%. Na categoria Transporte os preços caíram para uma alta de 0,15% (menor avanço desde a segunda semana de novembro de 2007, 0,13%) no fim de junho, contra 0,16% uma semana antes.

Na categoria Vestuário, no entanto, os preços tiveram alta, passando de 0,43% para 0,55%. Na categoria Despesas Pessoais os preços também subiram, de alta de 0,65% para 0,80%.

Na categoria Saúde houve alta de 0,44% para 0,82%, segundo os dados divulgados hoje. Na categoria Educação os preços mantiveram a alta de 0,08%, mesma variação registrada na penúltima semana de junho.

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

Comentários dos leitores
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... sem opinião
avalie fechar
Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
avalie fechar
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
4 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (250)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca