Dinheiro
03/07/2008 - 12h21

Para Petrobras, custos altos de produção dificultam a baixa dos preços

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da France Presse, em Madri

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, declarou nesta quinta-feira, em Madri, que não espera que os preços do petróleo diminuam consideravelmente num momento em que estão aumentando os custos de produção, o que gera necessidade de novos investimentos no setor.

"Não se pode esperar que os preços baixem", insistiu Gabrielli em um discurso no Congresso Mundial de Petróleo, na capital espanhola.

"A especulação existe, mas não tem a ver com a tendência a longo prazo de altas, causadas principalmente pelo aumento da demanda, ao que o setor pode responder com mais investimentos", explicou.

"Nós enfrentamos um aumento de custos enorme no setor, já que é preciso construir nova infra-estrutura para ter acesso a novas reservas", prosseguiu.

"Os custos de produção estão subindo rapidamente e, além disso, vamos precisar de mais mão-de-obra, que é preciso formar", continuou.

"E as águas profundas (onde a companhia encontrou várias jazidas nos últimos meses) são mais caras de se explorar", afirmou.

"Com as reservas existentes, podemos aumentar a produção, mas a um custo superior ao atual, por isso vamos enfrentar o desafio de tomar decisões sobre novos planos de investimento, decisões difíceis, mas necessárias."

E, no futuro, segundo ele, apesar das reservas cada vez menores e de menos descobertas de jazidas, podem ser identificadas novas oportunidades de descobertas no Atlântico Sul e na região do Ártico, entre outras.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1417) 25/11/2009 16h33
Luís da Velosa (1417) 25/11/2009 16h33
O que me intriga nessa história toda de energia limpa, não é outra coisa senão algumas nações teimarem em "queimar" combustíveis fósseis, possibilitando o crescente acúmulo de CO2 na atmosfera, elevando o alargamento, provocando o efeito estufa, da camada de ozônio, etc., etc. Se querem "limpar" o mundo, que pesquisem e utilizem, urgentemente, os biocombustíveis, a energia solar e a eólica. É um verdadeiro paradoxo. sem opinião
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O Pacificador (194) 20/11/2009 13h32
O Pacificador (194) 20/11/2009 13h32
Preço do petróleo tem forte recuo com alta do dólar...
Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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Cassio Tavares (649) 17/11/2009 17h45
Cassio Tavares (649) 17/11/2009 17h45
Essa declaração do Aécio só vem confirmar a grande admiiração que tem pelo Presidente Lula. Ele que já havia dito assim ;
EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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