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Dinheiro
03/07/2008 - 20h40

Chávez propõe à Opep financiar petróleo para países pobres

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da France Presse, em Caracas

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, propôs à Opep subsidiar a fatura petroleira dos 50 países mais pobres do planeta, convencido de que os preços do petróleo "vão continuar subindo", após superarem nesta quinta-feira a barreira dos US$ 145 o barril.

"Que a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) ou alguns de seus membros se encarregue de fornecer petróleo a estes países por meio de mecanismos especiais, subsídios, doações ou convênios. Não vamos ficar mais ricos ou mais pobres" por isto, disse Chávez ao inaugurar a conferência do grupo de países Não Alinhados, na Ilha Margarita.

Chávez destacou que o petróleo "vai continuar subindo, mas não porque (a Opep) quer que suba, isto não é nossa culpa".

O líder venezuelano disse que o barril a US$ 100 seria um preço "justo", mas existem fatores, alheios aos produtores, que elevam os preços.

A queda do dólar, a especulação financeira e as tensões geopolíticas que envolvem importantes produtores de petróleo são, para Chávez, as verdadeiras causas do aumento de preços.

"A culpa não é nossa. Retirem as tropas do Iraque e verão como de imediato os preços cairão vários dólares; parem com as ameaças contra o Irã e contra a Venezuela e verão a queda dos preços", afirmou.

Comentários dos leitores
Manoel Matos (1) 19/06/2009 20h46
Manoel Matos (1) 19/06/2009 20h46
Entendo que o marco regulatório do pré-sal é um assunto delicado, mas por outro lado não deveria haver demasiada demora. A rapidez pode gerar confiança aos investidores e parceiros no projeto.
A independência energética do nosso país no atual momento de crise é crucial para atrair novos investimentos e gerar mais empregos.
Um outro ponto fundamental é não fazer desse projeto e da Petrobras um motivo de batalha política entre partidos de oposição.
Agora é o momento de deixar de lado qualquer divergência política e pensar no Brasil.
Quanto á demora da transnordestina, penso que é fundamental apoiar a CSN no projeto; e mais uma vez pensar em nosso país. Nosso grande país do presente e do futuro.
Espero que os dirigentes e todos envolvidos possam entender a mensagem e agir com a mais boa vontade de fazer as coisas acontecerem.
sem opinião
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sérgio dourado (166) 18/06/2009 14h03
sérgio dourado (166) 18/06/2009 14h03
O governo está com mais uma das portas de um grande destino para o Brasil. Espero que se pense no país,quando se explorar a imensa quantidade de óleo na camada pré-sal. Pois já que não temos pessoas competentes no comando do país,que pense estrategicamente seu destino,a natureza vai nos provendo dos bens materiais para se atingir o ponto mais alto no desenvolvimento sustentável. Resta-nos pessoas que pensem o petróleo,por exemplo,não somente como um produto de exportação,mas como vetor de crescimento da economia como um todo,baixando impostos que incide sobre um produto que temos autosuficiência clara,devido aos potenciais dos campos petrolíferos descobertos,e também pelas reservas de gás que a mesma Petrobras dispõe em solo brasileiro. Somos talvez o único país que pode contar com uma grande matriz energética renovável,no caso do biocombustível,ao passo que a Inglaterra dispõe de somente 4% de matriz energética renovável. No Brasil esse percentual se eleva para mais de 40%.Somos uma potência em níveis energéticos e de produção de proteína vegetal e animal. A grande capacidade do país em produzir alimentos,energia,somente pode precisar de pessoas mais qualificadas e tecnologias mais avançadas:assim o Brasil não terá o que temer. A pauta de exportação do país vai do grão de soja,ao avião.Portanto,podemos e devemos avançar mais do que os outros países,ainda mais a China,Rússia e Índia,nos parceiros e ao mesmo tempo, competidores, diretos. Chega de atos secretos e corrução.. 1 opinião
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Gisele Milanezi (1) 16/06/2009 09h26
Gisele Milanezi (1) 16/06/2009 09h26
Prezado Tomas,
Não são as refinarias que estão tentando desovar os estoques, e sim os POSTOS DE COMBUSTÍVEL.
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