Dinheiro
08/07/2008 - 07h46

Países emergentes pedem que ONU intervenha em crise alimentícia

da Efe, em Sapporo (Japão)

As economias emergentes do G5 (grupo formado por Brasil, México, Índia, China e África do Sul) pediram nesta terça-feira a intervenção da comunidade internacional e das Nações Unidas na crise dos alimentos.

"É necessária a intervenção da comunidade internacional para desenvolver com urgência mecanismos úteis para fazer frente à alta dos preços e assegurar as previsões de desenvolvimento", disse o presidente mexicano, Felipe Calderón, durante a leitura de uma declaração conjunta ao término da reunião realizada em Sapporo (Japão).

Em relação à mudança climática, o G5, que são a maiores economias em desenvolvimento, afirmou em seu manifesto que "é essencial que os países desenvolvidos assumam a liderança para conseguir reduções ambiciosas e absolutas das emissões de gases do efeito estufa".

Os países desenvolvidos devem reduzir os gases "em concordância com suas metas quantificadas de redução de emissões sob o Protocolo de Kyoto após 2012, em níveis de pelo menos entre 25% a 40% para redução de emissões em 2020 a respeito dos níveis registrados em 1990, e entre 80% e 95% para redução de emissões em 2050 a respeito dos níveis registrados em 2020".

A reunião dos membros do G5 antecedeu ao encontro que terão amanhã com o G8 (grupo formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Rússia, Itália, França, Reino Unido e Japão).

Comentários dos leitores
Jose Carlos Zuanazzi (6) 07/10/2008 11h28
Jose Carlos Zuanazzi (6) 07/10/2008 11h28
É o preço que países como o Brasil, por ser excencialmente agricola, têm que pagar. Seus produtos são negociados no mercado de "commodites" onde só os fortes interesses conseguem manejá-lo sem opinião
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Leonardo S. (78) 07/10/2008 11h26
Leonardo S. (78) 07/10/2008 11h26
O povo tem que parar de fazer filho. O Brasil está atrasando em 100 anos sua entrada no 1o. mundo pq os pobres fazem 5 filhos por casal enquanto a classe média faz 1. Resultado: A juventude do Brasil não estuda. O pior é que o Estado faz de conta que não acontece nada.
A pobreza é um problema cultural, e é difícil o Estado resolver. É muito difícil mudar a cabeça de uma pessoa. Os pais não estudaram, os filhos não estudam e os netos também não vão estudar. Apenas uma pequeníssima parcela estuda e ascende socialmente.
Solução de longo prazo para o Brasil: Esterilização compulsória quando a mulher dá a luz ao segundo filho na rede pública de saúde e mutirões de vasectomia. Isso vai se refletir daqui 20 anos na segurança pública, nos índices de escolaridade, na diminuição da pressão sobre os serviços públicos (postos de saúde, creches).
Coragem pra dizer e fazer isso? Ninguém tem.
sem opinião
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micael carneiro (1) 25/09/2008 14h07
micael carneiro (1) 25/09/2008 14h07
As verdadeiras causas das mudanças climática são muitas dentre elas destaco : o consumismo que para atende-lo precisamos explorar cada vez mais isto é retirar sempre que a demanda o exigir; o grande crescimento da população que para sobreviver precisa cada vez mais de espaço e alimento e não havendo controle da natalidade acabaremos consumindo tudo como um gafanhoto; o petroléo é nossa pricipal fonte energetica e precisamos depender cada vez menos do petroléo e não adianta sair culpando os carteis do petroléo, pois nos é quem somos dependêntes, quero ver você poder ir trabalhar, viajar se locomover sem seu carro. Temos sim que encontrar outras fontes energeticas pouco poluentes porque não existe fontes de energia não poluentes, pois onde tiver a existência do ser humano haverá poluição. Somos a unica espécie que não esta em equilibrio, pois os animais alimentam-se uns dos outros, quer dizer que um morre para o outro sobreviver e na nossa espécie alimentamos de quase tudo e todos e não temos predadores. A unica forma de viver sem poluir é larga a mordomia da civilização mordena e vivermos como os indios, quem se habilita?
A culpa das mudanças climáticas são de todos e a unica forma de isso acabar é eliminando os seres humanos.
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