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IPCA desacelera em junho e registra alta de 0,74%, diz IBGE
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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
Atualizado às 9h33
A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,74% em junho, o que representa desaceleração frente aos 0,79% verificados em maio, informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se do maio índice para o mês de junho desde 1996, quando o IPCA havia subido 1,19%.
Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 6,06%, acima dos 5,58% identificados nos 12 meses imediatamente anteriores, aproximando-se ainda mais do teto superior à meta, de 6,50% estipulado pelo Banco Central. Em junho de 2007, a inflação pelo IPCA subira 0,28%.
No ano, o IPCA acumula alta de 3,64%. No mesmo período em 2007, a inflação não havia passado de 2,08%. A taxa em 12 meses é a maior desde novembro de 2005 (6,22%) e, para um primeiro semestre, é a maior alta desde 2003.
Os alimentos voltaram a pressionar o índice e tiveram alta de 2,11%, acima dos 1,95% constatados no mês anterior. A contribuição deste grupo representou 0,47 ponto percentual do IPCA, representando 63% do resultado total.
Apenas no primeiro semestre, os alimentos acumulam alta de 8,64%, próximo dos 10,79% registrados ao longo de todo o ano de 2007.
Segundo o IBGE, o aumento dos alimentos foi generalizado, e apenas o óleo de soja (-2,76%) e as frutas (-1,96%) tiveram queda significativa. O item carnes foi responsável pela maior contribuição individual (0,14 p.p.), com alta de 6,91%. O arroz subiu 9,90% e acumula alta de 38,21% em 2008. Já o feijão carioca registrou elevação de 15,55%.
Os produtos não-alimentícios registraram aumento de 0,34% em junho, abaixo dos 0,46% de maio. No ano, o grupo acumula alta de 2,26%, ante 1,60% no primeiro semestre de 2007.
O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado entre as famílias com renda mensal até seis salários mínimos, ficou em 0,91% em junho, ante 0,96% de maio. Nos 12 meses encerrados em junho, o indicador acumula elevação de 7,28%, acima dos 6,64% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores.
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Se o psol seria a ala descontente mais a esquerda do PT o psdb era a ala descontente mais a direita
do pmdb. O psdb se travestiu de democracia social mas tão logo chegou ao poder teve que tirar a mascara e assumir sua postura de extrema direita ao lado do PDS/DEM com definição clara de que seu governo previlegiava o capital , claro que tal postura fortaleceu alas da sociedade que previlegiam o trabalho e por falta de clareza ideologica dos partidos existentes, naquele momento o PT era o que melhor encarnava essa postura politica. O problema não são os nomes, como se quer fazer pensar, mas as definições politico-administrativas dos partidos quando governo....Claro que no Brasil tentar tocar um governo puramente trabalhista é suicidio e pode colocar o Pais em convulsão social, neste aspecto o presidente Lula demonstrou inteligencia e tato politico não melindrandro uma das mais terriveis e usurarias elites do planeta; Avalie a historia politica do Brasil quem duvidar. Conquistas para a população infelismente são homeopaticas, arroubos de indignação em defesa dos pobres sem sustenção politica pode acabar em golpe de estado, suicidio, ruptura social ou impecheament como alias ja ocorreu varias vezes neste pais. Paritidos ideologicos devem ceder parte do governo a partidos fisiologicos senão não termina o mandato, demagogias a parte, essa é a realidade brasileira
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