Bovespa fecha em baixa de 0,41% e acumula perda de 4,65% na semana
da Folha Online
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) teve nesta sexta-feira sua quarta queda seguida, e acumulou perda de mais de 4% no acumulado da semana. A instabilidade dos mercados externos e o mau desempenho das ações de empresas ligadas à produção de commodities foram os responsáveis pelas quedas ao longo dos últimos dias.
O Ibovespa, principal indicador da Bolsa paulista, recuou 0,41%, aos 57.199 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,98 bilhões, com cerca de 223 mil negócios realizados. No acumulado da semana, a perda chegou a 4,65%.
Já o dólar comercial seguiu sua seqüência de perdas e hoje voltou a ficar em seu menor nível desde 19 de janeiro de 1999, quando ocorreu a maxidesvalorização da moeda brasileira. A divisa recuou 0,41%, vendida a R$ 1,573.
O desempenho das commodities no mercado internacional voltou a atingir hoje os desempenho das "blue chips" (ações mais negociadas) da Bolsa paulista, a Vale e a Petrobras, o que foi determinante para a queda.
As ações da Vale recuaram 0,52% (ordinárias) e 0,05% (preferenciais classe A). Já as ordinárias da Petrobras perderam 0,38%, enquanto as preferenciais ficaram estáveis.
Quem mais sofreu hoje foi o setor siderúrgico. Ações da CSN, Gerdau e Usiminas caíram entre 1,5% e 5,19%.
No outro lado, as companhias aéreas voltaram a aproveitar a queda no preço do petróleo para seguir as altas. Os papéis preferenciais da TAM e da Gol avançaram, respectivamente, 4,86% e 3,82%.
Na Nymex (New York Mercantile Exchange), o barril de petróleo WTI para setembro fechou cotada a US$ 123,26, com recuo de 1,78%.
"O importante é que o mercado não caia abaixo dos 55 mil pontos. Essa é a barreira psicológica que temos agora", disse Miguel Daoud, analista da Global Financial Advisor.
EUA
O mercado local só não caiu mais porque se alinhou parcialmente ao desempenho dos índices das Bolsas americanas, que subiram com bons indicadores macroeconômicos e com a forte queda do petróleo. O índice Dow Jones subiu 0,19%, e o Nasdaq Composite apresentou alta de 1,33%.
Entre as notícias macroeconômicas, o principal destaque foi para o levantamento dos pedidos de bens duráveis de junho, que vieram muito acima do esperado. Eles subiram 0,8% no mês, enquanto que analistas do setor apostavam em queda de 0,4%.
Já o índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan ficou em 61,2 pontos em julho, contra previsão de 56,4 pontos.
Expectativa
Para a próxima semana, o mercado seguirá ao sabor dos dados macroeconômicos e da cotação do petróleo.
Os destaques no Brasil ficam para a ata da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, na quinta-feira, e a divulgação da balança comercial de julho, na sexta-feira. Nos Estados Unidos, há a primeira prévia do PIB (Produto Interno Bruto) americano do segundo trimestre (quinta-feira), e relatório do mercado de trabalho de julho e gastos com construção de junho (sexta-feira).
A mais aguardada é a ata do Copom, que na quarta-feira elevou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros, que foi para 13% anuais. A alta foi maior que a esperada pelo mercado, e o fluxo de investidores rumo à renda fixa causada pela decisão ajudou a derrubar o Ibovespa nesta semana.
"A ata do Copom trará as explicações que levaram ao aumento da dose no aperto monetário", explica Elson Telles, economista-chefe da corretora Concórdia. "Ao agir dessa forma, o Copom reafirma, aos agentes econômicos, o seu compromisso em perseguir, de forma tempestiva, o centro da meta de inflação já para o ano-calendário de 2009."
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eles sabiam que seus títulos não tem fundo, mas os espalharam ao propósito pelo mundo todo.
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os trocavam por títulos bons de países sérios, justamente para não ficarem sozinhos se a fraude fosse descoberta.
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os americanos estão queimando as reservas financeiras de centenas de milhões de pessoas no mundo todo que nada tem a ver com o Império do Mal.
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estão obrigando os governos de muitos países tirarem o dinheiro que era para ser investido em saúde, educação, salários, estradas, etc. para repor as poupanças queimadas da população pelos bandidos americanos.
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aqui, na nossa realidade, a inflação vai subir e as coisas ficarão mais caras para pagarmos com isso a irresponsabilidade criminosa dos estados unidos.
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uma corte internacional deve ser formada para julgar e condenar os estados unidos e seus dirigentes pagarem reparações e indenizações de trilhões de dólares, equivalentes à destruição econômica que estão causando ao mundo, assim como foi feito com a alemanha nazista em 1945.
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