Dinheiro
27/07/2008 - 11h53

China se nega a reduzir tarifas sobre agrícolas e causa irritação em Genebra

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da France Presse, em Genebra

Os negociadores chineses que participam da Rodada Doha em Genebra indicaram que a capital Pequim se nega a reduzir suas tarifas do arroz, algodão e açúcar, ao contrário do que deram a entender nos primeiros dias da conferência ministerial iniciada na última segunda-feira (21).

Com isso, o país nega a abertura de mercado para três importantes produtos agrícolas e provoca irritação entre os países em desenvolvimento que participaram das discussões da OMC (Organização Mundial de Comércio).

O anúncio provocou protestos por parte de outros países emergentes, com economias que dependem de um único produto de exportação. Caso da Tailândia, com o arroz, e alguns países africanos, com o algodão.

A posição chinesa também contradiz os interesses do Brasil, exportador de açúcar de cana, e da Índia, de algodão.

O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, apresentou na sexta propostas que, pela primeira vez, permitem vislumbrar uma saída para as difíceis negociações entre os exportadores agrícolas do hemisfério sul e os exportadores industriais do norte na Rodada Doha, lançada em 2001 no Qatar.

O projeto prevê que os países em desenvolvimento reduzam até 36% as tarifas alfandegárias de suas importações agrícolas.

Segundo um diplomata presente nas reuniões, a China também anunciou que não participará de negociações setoriais sobre produtos industriais, o que gerou críticas por parte de países como Tailândia, Taiwan, Paraguai e Uruguai.

Comentários dos leitores
J. R. (302) 17/06/2009 15h08
J. R. (302) 17/06/2009 15h08
No grupo "Bric" o Brasil é o único a não possuir armamento nuclear, ficando "no mato sem cachorro". Propondo a cesta de moedas e não utilização do dólar como moeda de troca pode ser mais um erro, indo de encontro aos interesses de China e Rússia, que querem o Yuam e o Rublo como moeda de referência. Ora, todos os quatro países tem suas reservas dolarizadas, então estão na mão dos EUA que é o grande gestor, como abrir mão dessa moeda de troca? Há uma incoerência. O Presidente da AIEA El Baradei afirmou que com bomba nuclear a Coréia do Norte pode ir para a mesa de negociação, e que o Iraque de Sadam Russein por não tê-la foi pulverizado (na verdade só tinha traidores a sua volta). Baradei está a 21 anos como diretor da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), até agora não houve consenso para substituí-lo, por isso talvez tenha dado essa declaração "bombástica" mas verdadeira, a despeito dele ser um egípcio muçulmano. É mais uma das pérolas que podem ser úteis, enquanto alguns preferem ver Obama esmagando moscas no Youtube, pensando talvez em um modo de esmagar os inimigos dos EUA. O caminho para que o Brasil tenha capacidade de dissuasão depende inicialmente em adquirir capacidade potencial bélica, depois será necessária a árdua tarefa de mudar a constituição que ainda não foi nem totalmente regulamentada, por falta de condições para se cumprir suas cláusulas impossíveis. O investimento na Educação de nível superior gratuita para todos é o caminho. sem opinião
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O Lula foi infeliz em muitas ocasiões, mas diante do PM Britânico ele exagerou, ele insultou o branquelo de olho azul na cara, acho que ele escurregou na linguagem feio, deu a impressão de que era o Hugo Chavez barbudo falando as asneiras de sempre. Ora, seu Lula, por favor, não chute a bunda dos convidados, especialmente, de um PM britânico que sorriu amarelo como se não entendesse o que acabara de ouvir do interprete. 9 opiniões
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Saulo Mundim Lenza (415) 19/02/2009 20h06
Saulo Mundim Lenza (415) 19/02/2009 20h06
Lula o bonzinho mais uma vez afinou.
Alias o molusco afina sempre.
Só é machão para ferrar os brasileiros.
Palhaço idiota.
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