Opep impedirá que preço do petróleo fique muito abaixo dos US$ 100
da Efe, de Londres
A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) impedirá que o preço do barril deste produto caia muito abaixo dos US$ 100, diz o relatório de agosto do CGES (Centro de Estudos Globais para a Energia, na sigla em inglês), que alerta para o perigo de um corte acentuado da produção.
O relatório destaca que o petróleo, que caiu mais de US$ 30 no último mês após beirar US$ 150 o barril em julho, baixou como conseqüência de um maior equilíbrio entre oferta e procura.
Na sexta-feira, o preço do barril da Opep fechou a US$ 107,88, com queda de US$ 3 sobre a cotação no pregão anterior. Na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril do petróleo cru para entrega em setembro (cujos contratos expiram nesta semana) estava em queda de 0,73%, cotado a US$ 112,94 às 12h53 (em Brasília) desta segunda-feira.
O CGES prevê que o preço desta commodity continuará descendo, já que considera que a Opep "não parece muito descontente" de ver como o barril tem caído nas últimas semanas.
No entanto, o documento ressalta que, embora não se espere que a Opep imponha oficialmente uma contenção da oferta em sua próxima reunião de setembro, o cartel atuará se o petróleo cair para muito além dos US$ 100.
Assim, o relatório da CGES diz que a Arábia Saudita --maior produtora e exportadora de petróleo do mundo--, que este ano aumentou sua produção para 9,7 milhões de barris diários, já deu mostras de que o aumento chegou ao fim.
A CGES alerta sobre o perigo de a Opep reagir à queda do petróleo "de forma exagerada" e baixe demais a produção, por isto não descarta que o barril possa voltar a aumentar em um futuro próximo.
O relatório afirma que este risco cresce com a visão "otimista demais" da Opep sobre o volume da produção dos países produtores que não fazem parte do cartel.
Segundo o centro de estudos, a Opep prevê que os países que não fazem parte do cartel aumentarão em 1,2 milhão de barris diários a produção entre o terceiro e o quarto trimestres deste ano, enquanto a CGES estima alta de apenas 500 mil.
Além de sua reunião ordinária de setembro, os membros da Opep terão uma sessão extraordinária em 17 de dezembro em Orã, na Argélia para examinarem a situação do mercado petrolífero.
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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