Dinheiro
20/08/2008 - 08h05

Preço do petróleo da Opep tem leve baixa e fecha a US$ 108,26

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da Folha Online

O barril do petróleo da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) registrou uma leve baixa de US$ 0,02 na terça-feira, e foi negociado a US$ 108,26, informou hoje em Viena o secretariado do cartel.

Os mercados mundiais da commodity estão hoje à espera dos últimos dados sobre o nível das reservas armazenadas de petróleo e derivados nos Estados Unidos, pois influirão na evolução dos preços nos próximos dias.

Apesar de nas últimas semanas o preço do petróleo ter caído consideravelmente, em uma análise divulgada hoje em Viena, a assessoria especializada JBC Energy acredita que voltará a subir e mostrará uma clara recuperação nos três próximos meses.

Ontem, o barril do petróleo cru para entrega em setembro (cujos contratos expiram nesta quarta-feira), negociado na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), encerrou o dia cotado a US$ 115,45 (alta de 1,47%). O preço máximo atingido pelo barril foi US$ 116,65 e o mínimo, US$ 111,64. Hoje, na pré-abertura, o barril estava cotado a US$ 114, 86 às 7h47 (em Brasília).

Fatores que vinham pressionando a commodity, com temores sobre oferta mundial --potencializados pelo conflito entre Geórgia e Rússia-- e a desvalorização do dólar voltaram a preocupar os investidores.

O preço havia registrado baixa no início das negociações de ontem, devido às notícias de que a tempestade tropical Fay atravessou os arquipélagos da Flórida, no extremo sul dos Estados Unidos, sem causar grandes estragos ou deixar vítimas. Havia o temor de que a tempestade pudesse se tornar um furacão e atingir as instalações petrolíferas no golfo do México.

Na semana passada, o Departamento de Energia dos EUA apresentou uma queda de 400 mil barris na semana encerrada no último dia 8, em seu relatório semanal. As reservas americanas de gasolina, por sua vez, caíram em 6,4 milhões de barris no período, enquanto o estoque de destilados (que inclui querosene da aviação e combustível para calefação doméstica) caiu em 1,7 milhão de barris. A expectativa para o relatório de hoje é de um aumento de 800 mil barris nas reservas americanas de petróleo.

Comentários dos leitores
Louis Fod (292) 06/11/2009 11h43
Louis Fod (292) 06/11/2009 11h43
Pre-sal é pre-eleitoral, masi uma propaganda enganosa.
Somente a nossa gasolina e o nosso jet fuel são de baixa qualidade. A gasolina tem muito álcool e tem muito enxofre. A querosene muito enxofre. Adulteram mais a gasolina do que o álcool... muito dessa percepção vem da capital de SP, solvente é adicionado. Enxofre reage com vapor de água e forma acido sulfúrico. O solvente degrada a borracha e forma acumulo nas velas de ignição... ou bicos injetores.
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O Pacificador (44) 06/11/2009 10h36
O Pacificador (44) 06/11/2009 10h36
"Brasil não sucumbirá à "maldição do petróleo", diz Lula..."
Nesse ponto, concordo com ele.
O Brasil, não chegará a este ponto...
Antes disso, se nada for feito, o Brasil sucumbirá á corrupção, e aos políticos inúteis que dia a dia acabam com todos os patrimônios nacionais.
Portanto, temos antes outras "maldições" maiores para nos preocuparmos.
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Carlos Pereira (2) 06/11/2009 08h10
Carlos Pereira (2) 06/11/2009 08h10
FALSO PARADIGMA! O modelo desenvolvimentista decadente e insustentável dos motores à explosão são uma herança do século 19 (1824), não faltam novas tecnologias. O que falta é uma revolução / transformação da sociedade que está direcionada por muitos falsos paradigmas, mentiras mesmo!, que são utilizadas para manipular a grande massa da população em benefício de uma minoria que detém a riqueza e esconde tecnologias, evita o progresso de projetos enriquecedores para a humanidade. Tudo por dinheiro!
A questão é : vamos detonar tudo por dinheiro?
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