Dinheiro
21/08/2008 - 04h26

Ministro Edison Lobão rejeita elevar capital da Petrobras

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da Folha Online

O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) rechaçou nesta quarta-feira a proposta atribuída à Petrobras de promover um aumento de capital da empresa de até US$ 100 bilhões, revela reportagem de Guilherme Barros publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Para ele, a proposta para elevar a participação do capital da União na companhia de cerca 40% para 60% é inviável. O ministro explicou que 20% dos acionistas minoritários teriam que concordar em não exercer o direito de aumentar seu capital na empresa. "A minha pergunta é: alguém deixará de exercê-lo?"

A Petrobras defende o aumento da participação da União na empresa como forma de se fortalecer para investir nas descobertas do pré-sal (leia íntegra). O plano da companhia prevê que a operação seria feita por meio de uma emissão privada que permitiria à União elevar de 40% para 60% sua participação.

Estimativas preliminares indicam que a capitalização poderia gerar até US$ 100 bilhões aos cofres da Petrobras.

Lobão considera extremamente elevado o valor de US$ 40 bilhões que a União teria que dispor para manter os atuais 40% no capital total da Petrobras.

Sobre a criação de uma nova estatal para explorar o pré-sal, o ministro disse não achar que o acionista da Petrobras irá perder com a criação da nova estatal de petróleo para cuidar do pré-sal. "O acionista só deixará de ganhar absurdamente", afirmou.

Em conversas com ministros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que criará uma nova estatal para cuidar apenas das reservas de petróleo da camada pré-sal ainda não leiloadas. A notícia foi veiculada pela Folha.

Segundo participantes do encontro, Lula afirmou já ter decidido que é necessária uma empresa só para cuidar do assunto. Além disso, o presidente planeja usar os recursos da extração futura do petróleo do pré-sal para combater a pobreza e investir em educação.

A camada pré-sal se estende por cerca de 800 quilômetros, entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado está a profundidades superiores a 5 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal, que segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo. A Petrobras é uma das empresas pioneiras nesse tipo de perfuração.

Leia a matéria completa na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
José Rubens Pimentel (3) 09/11/2009 18h03
José Rubens Pimentel (3) 09/11/2009 18h03
Os Royalties do Pré Sal devem ser usados em 100% para zerar o défcit previdenciário e numa segunda etapa, permitir a atualização dos valores recebidos pelos aposentados. Desta forma haverá distribuição razoável para cada família brasileira. sem opinião
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gilson silva (16) 08/11/2009 12h14
gilson silva (16) 08/11/2009 12h14
A Riqueza do Pré-sal deve ser distribuidas de forma Igualitária a todos os Estados e Municípios Brasileiros. Veja o exemplo como os Royalties do Petróleo foram mal empregados onde se produz petróleo no Estado do Rio de Janeiro. Eu moro em Macaé há 23 anos onde trabalho e vivo com minha família. Macaé quando cheguei era uma cidade pacata e pequena, sem violencia, com alguns problemas típicos de cidade do Interio. Passados 23 anos, Macaé é hoje uma cidade abandonada, com ruas esburacadas, transito caótico, mendigos e pedintes espalhados pelas ruas, flanelinhas extorquindo motoristas, Mega-Favelas com mais de 40.000 favelados em uma polpulação total de 130.000 habitantes, violencia urbana pior que o Rio de janeiro considerando a proporção entre o número de homicídios, assaltos a ônibus, sequestros relâmpagos, arrastões e assaltos à residencias. As Ruas estão esburacadas e praças abandonadas com jardins mal cuidados e arvores sem poda. Quando chove Macaé é um cáos com carros e pessoas ilhadas. Carros de som, desfilam nas ruas fazendo propaganda com som acima de 100 decibéis infernizando a cidade para anunciar shows de Pagode, Musica Setaneja ou Bailes Funks que são uma atração na cidade, muitos deles promovidos pela Prefeitura Público do dinheiro farto dos Royalties do Petróleo. Escolas onde faltam professores e muitas delas não é servido almoço digno aos alunos. Macaé é o melhor exemplo p/ mudar a política de Royalties do Petróleo e pensar no Pré-sal para o benefício de todos. 2 opiniões
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gilson silva (16) 08/11/2009 12h13
gilson silva (16) 08/11/2009 12h13
A Riqueza do Pré-sal deve ser distribuidas de forma Igualitária a todos os Estados e Municípios Brasileiros. Veja o exemplo como os Royalties do Petróleo foram mal empregados onde se produz petróleo no Estado do Rio de Janeiro. Eu moro em Macaé há 23 anos onde trabalho e vivo com minha família. Macaé quando cheguei era uma cidade pacata e pequena, sem violencia, com alguns problemas típicos de cidade do Interio. Passados 23 anos, Macaé é hoje uma cidade abandonada, com ruas esburacadas, transito caótico, mendigos e pedintes espalhados pelas ruas, flanelinhas extorquindo motoristas, Mega-Favelas com mais de 40.000 favelados em uma polpulação total de 130.000 habitantes, violencia urbana pior que o Rio de janeiro considerando a proporção entre o número de homicídios, assaltos a ônibus, sequestros relâmpagos, arrastões e assaltos à residencias. As Ruas estão esburacadas e praças abandonadas com jardins mal cuidados e arvores sem poda. Quando chove Macaé é um cáos com carros e pessoas ilhadas. Carros de som, desfilam nas ruas fazendo propaganda com som acima de 100 decibéis infernizando a cidade para anunciar shows de Pagode, Musica Setaneja ou Bailes Funks que são uma atração na cidade, muitos deles promovidos pela Prefeitura Público do dinheiro farto dos Royalties do Petróleo. Escolas onde faltam professores e muitas delas não é servido almoço digno aos alunos. Macaé é o melhor exemplo p/ mudar a política de Royalties do Petróleo e pensar no Pré-sal para o benefício de todos. 1 opinião
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