16/03/2002
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12h17
Os chefes-de-Estado da União Européia (UE) aprovaram neste sábado em Barcelona (Leste da Espanha) a liberalização do mercado da energia para consumo das empresas em 2004.
A decisão só foi possível depois da concordância da França, segundo anunciou o atual presidente em exercício da UE e presidente do governo espanhol, José María Aznar.
A decisão é um "passo fundamental" no processo de liberalização europeu acordado em Lisboa há dois anos para fazer com que a Europa seja a economia mais competitiva do mundo em 2010. Este processo já "passou por altos e baixos e uma "certa paralisia", mas agora é "irreversível", afirmou Aznar.
A abertura do mercado aos profissionais para a eletricidade e o gás em 2004, que representa entre 60% e 70% do mercado energético da UE, oferecerá ao consumidor de grandes, pequenas e médias empresas "serviços de qualidade a menores preços", explicou o político europeu.
Os países com maior desejo de liberalização da UE, liderados pela Espanha, Reino Unido e Itália, se submetem assim às condições da França, que se negou a fixar uma data para a privatização do consumo de energia residencial, o que será decidido nos próximos 12 meses.
União Européia decide liberalizar setor energético em 2004
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da France Presse, em BarceloOs chefes-de-Estado da União Européia (UE) aprovaram neste sábado em Barcelona (Leste da Espanha) a liberalização do mercado da energia para consumo das empresas em 2004.
A decisão só foi possível depois da concordância da França, segundo anunciou o atual presidente em exercício da UE e presidente do governo espanhol, José María Aznar.
A decisão é um "passo fundamental" no processo de liberalização europeu acordado em Lisboa há dois anos para fazer com que a Europa seja a economia mais competitiva do mundo em 2010. Este processo já "passou por altos e baixos e uma "certa paralisia", mas agora é "irreversível", afirmou Aznar.
A abertura do mercado aos profissionais para a eletricidade e o gás em 2004, que representa entre 60% e 70% do mercado energético da UE, oferecerá ao consumidor de grandes, pequenas e médias empresas "serviços de qualidade a menores preços", explicou o político europeu.
Os países com maior desejo de liberalização da UE, liderados pela Espanha, Reino Unido e Itália, se submetem assim às condições da França, que se negou a fixar uma data para a privatização do consumo de energia residencial, o que será decidido nos próximos 12 meses.


