Governo deve se esforçar em adaptar Lei do Petróleo ao invés de trocá-la, diz IBP
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
O presidente do IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), João Carlos de Luca, disse nesta sexta-feira que o governo deve esgotar todas as tentativas de adaptar o atual modelo regulatório do setor de óleo e gás do país.
O executivo, que representa 71 empresas do setor, reconheceu que o governo tem "o direito soberano" de fazer ajustes nas regras, mas sugeriu que as possíveis mudanças sejam feitas por decretos, sem que se altere a Lei do Petróleo.
"O governo pode auferir recursos nos dois modelos [concessão ou partilha de produção]. A indústria trabalha com diversos modelos no mundo. Estamos prontos para colaborar independentemente das regras escolhidas", disse Luca durante a abertura do seminário "Os desafios do pré-sal", realizado no Rio.
Luca ressaltou que é necessário serenidade e prudência nos debates e que não se pode desconstruir o que foi conquistado ao longo dos dez anos em que a atual lei está em vigor.
O presidente do IBP acrescentou ainda que a Petrobras tem que ser fortalecida e que as discussões em torno do pré-sal não podem paralisar os leilões de blocos de exploração de petróleo pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), para outras áreas.
Já o diretor do Centro de Economia Mundial da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Carlos Geraldo Langoni, afirmou que o principal desafio para o pré-sal é mobilizar os recursos necessários para que as áreas em questão comecem a produzir. Segundo o economista, estima-se que serão necessários US$ 600 bilhões ao longo dos próximos 15 anos.
Ele ressaltou que é impossível que o estado arque sozinho com essa demanda de investimento. "Não dá para imaginar um modelo com dependência excessiva do estado", disse.
Langoni observou ainda que o pré-sal é uma oportunidade única para confirmar a elevação da taxa de investimento brasileira. Ele lembrou que a descoberta da área aconteceu em um momento em que a economia já está consolidada, ao contrário de outros países.
"Em outros países, a descoberta se deu na fase inicial de desenvolvimento econômico, o que levou a uma dependência excessiva do petróleo. No Brasil, é um complemento da indústria sólida e consolidada", explicou.
O ex-ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Velloso, ao ser questionado no evento se o governo errou na estratégia de antecipar o debate político em torno do pré-sal, disse que a mobilização exagerada é momentânea. "Todo mundo tem o direito inalienável de falar besteira", disse.
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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