Mantega diz que inflação terminará o ano dentro da meta de 6,5%
YGOR SALLES
da Folha Online
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira que o Brasil deve fechar o ano com inflação dentro do limite superior da meta, que é de 6,5%. Segundo ele, a inflação "já está debelada", pois está "caindo mês a mês".
"Isso significa que a meta de inflação com que o Brasil trabalha é correta, adequada. Podemos terminar o ano ainda dentro do limite [da meta]", afirmou.
"Imagina que em um ano em que houve uma inflação planetária, em que há uma crise financeira mundial, o Brasil conseguir cumprir a meta? Isso demonstra solidez da política monetária e fiscal do Brasil", disse em evento em São Paulo que comemora os 40 anos da revista "Veja".
De acordo com Mantega, se isso acontecer, será um feito "inédito" para o Brasil, único país que não vai passar a meta entre as nações que adotam o regime de metas de inflação.
"A política monetária e fiscal está se mostrando muito eficiente. Tomamos medidas para reduzir um pouco o crescimento do país, estava muito acelerado, e para diminuir um pouco a demanda", disse Mantega, citando que alguns setores já estão menos aquecidos, incluindo o de crédito.
Leia mais
- Governo deve evitar ser voluntarioso com juros, diz ex-ministro da Fazenda
- Brasil se beneficia pela primeira vez da estabilidade, diz Meirelles
- Inflação semanal recua em seis de sete capitais pesquisadas, informa FGV
- Meirelles afirma que crescimento depende de inflação baixa
- Governo não permitirá retorno da inflação e de apagões, diz Lula
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre inflação em 2008
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


avalie fechar
Esses serviços, incluindo também o de transportes, deferiam ter uma melhor fiscalização, inclusive com a participação do governo na elaboração de uma planilha de custos, com uma definição de tarifas compatíveis com os serviços prestados e a situação econômica dos usuários.
Algo semelhante dever-se-ia também ser realizado com os pedágios, uma vez que cada empresa estabelece um valor e não há contestação e quando ela existe, as decisões tem sido favoráveis às empresas exploradoras do serviço, o que é lamentável.
avalie fechar
avalie fechar