Dólar fecha a R$ 1,72 e sobe 5,4% na semana; Bovespa recua 0,21%
da Folha Online
O dólar comercial foi cotado a R$ 1,720 na venda, o que significa um acréscimo de 0,17% sobre a taxa de ontem. O preço da moeda americana ainda ronda os seus maiores patamares desde abril deste ano, pressionado pelo aumento da aversão ao risco pelos investidores. Somente nesta semana, a cotação valorizou 5,39%. No ano, porém, a taxa de câmbio tem desvalorização de 3,21%.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) reduz o ritmo de baixa e cede 0,21% às 16h13, alcançando os 51.329 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,11 bilhões.
Num momento de pessimismo sobre as perspectivas de crescimento da economia global, investidores sacam recursos dos mercados de países emergentes para alocar em ativos de renda fixa americanos. Esse movimento fortalece o dólar frente às demais moedas, incluindo o real brasileiro. No mercado internacional, o euro foi negociado a US$ 1,42 ante US$ 1,43 na jornada de ontem.
E entre ontem e hoje, os investidores acumularam motivos para temer as perspectivas tanto da economia européia quanto americana. Ontem, o BCE (Banco Central Europeu) revisou para baixo as projeções de crescimento da União Européia. Hoje, o governo dos EUA revelou que houve uma destruição de postos de trabalho ainda pior do que o previsto por economistas do setor financeiro.
Juros futuros
O mercado futuro de juros, que serve de referência para as tesourarias dos bancos, rebaixou suas projeções para 2010 e 2011. O Copom (Comitê de Política Monetária do BC) volta a se reunir na semana que vem para definir o novo patamar da taxa básica de juros, hoje em 13%. Boa parte dos economistas do setor financeira conta com um ajuste para 13,75%.
Hoje, o resultado do IPCA confirmou uma desaceleração no reajuste dos preços. O índice teve variação de 0,28% em agosto, ante projeções de 0,30% e 0,32%. Nos 12 meses, no entanto, o IPCA acumula alta de 6,17%, acima do centro da meta para este ano (4,5%).
No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada subiu de 13,92% ao ano para 13,96%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada retraiu de 14,82% para 14,73%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada cedeu de 14,55% para 14,40%.
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Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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Esses safados que não previram a crise global, deveriam ficar de boca fechada.
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