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Dinheiro
10/09/2008 - 16h57

Inflação no varejo de SP desacelera em agosto, aponta Fecomercio

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da Folha Online

O IPV (Índice de Preços no Varejo) desacelerou passando de 0,45% em julho, para -0,07% em agosto, segundo a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

Dos 21 grupos analisados, nove tiveram queda: Supermercados (0,19%), Vestuários, Tecidos e Calçados (0,36%), Feiras (1,38%), Eletroeletrônicos e outros (1,17%), CDs (1,19%), Floriculturas (3,35%), Óticas (0,21%), Jornais e Revistas (0,08%) e Autopeças e Acessórios (0,03%).

Com isso, o IPV acumula 3,87% de elevação ao longo do ano e em relação a agosto de 227, a variação é de 5,6%.

Segundo a Fecomercio, as atividades de Supermercados e Feiras, compostas basicamente por produtos alimentícios que vinham sendo os principais vilões do IPV ao longo de 2008, foram responsáveis pelas contribuições negativas do índice. Por outro lado, os preços dos segmentos de Materiais de Construção, Açougues, Móveis e Decorações e Veículos acusaram alta em agosto, mostrando uma contribuição positiva nos preços do varejo paulistano.

O segmento de Supermercados, após quatro elevações consecutivas, registrou queda de 0,19% em agosto, ante alta de 1% em julho. No ano, acumula alta de 6,73%.

Os preços de Vestuário, Tecidos e Calçados, após cinco elevações consecutivas no início do ano, recuaram em julho e mantiveram a influência negativa no IPV, com retração de 0,36% em agosto, ante queda de 0,25% vista em julho. Parte deste comportamento é resultado das liquidações de queima de estoque de inverno que foram iniciadas na maioria dos estabelecimentos comerciais. A atividade ainda acumula, no período de janeiro a agosto, 1,49% de alta.

Outro grupo que mostrou queda em suas variações em agosto foi o de Feiras, com recuo de 1,38%. Composto também por produtos alimentícios, este grupo teve o resultado influenciado pelos preços de Legumes (-10,46%), Verduras (-2,21%) e Flores (-0,53%). No ano, ainda acumula variações positiva de 3,18%. Com a chegada das temperaturas mais amenas os preços dos produtos in natura retornam aos patamares normais.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (448) 17/12/2009 14h12
Eduardo Giorgini (448) 17/12/2009 14h12
Pois é! Concordo com as afirmações.
Inflação esta voltando, governo gastando com folha de pagamento,políticos e funcionários discutindo como serão os salarios e seus planos de carreira para o ano que vem.
Dinheiro público virou folha de pagamento.
80% de aprovação do governo Lula significa carta branca para Lula e o pessoal de Brasília fazerem o que quiser.
Povo esta feliz assim, é o resultado da democracia sustentado pela ignorância de um povo.
Caso do mensalão do DEM será como o mensalão de Lula-PT.
Isso é o terceiro mundo.
[]s
Eduardo.
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Cassio XF (40) 17/12/2009 11h55
Cassio XF (40) 17/12/2009 11h55
serah que ninguem ve que o que acontece ? O governo gasta muito, a divida publica chega a quase 1.5 trilhoes de reais e continua-se gastando. O governo entao imprime dinheiro para pagar suas dividas. Isso gera inflacao que tentam disfarcar junto a midia e tentam abafar elevando artificilamente os juros em patamares extremos. Alem disso cobram mais e mais impostos. Claro quem acaba pagando eh o povo, que nao ve que inflacao eh puramente a desvalorizacao de seu dinheiro em relacao ao mercado que vive. Quanto mais dinheiro o gov. imprime para manter sua maquina gigantesca, mais se desvaloriza o poder de compra. Resultado: aumento de precos.
Outro comenta que eh o capitalismo, mas isso nao eh capitalismo , eh sim um governo social corporativista, em que o governo sustenta e eh sustentado por grandes empresas lobbista e bancos, suga a riqueza sociedade para seus gastos sem limites, e ainda impoe sua unica moeda como instrumento de troca. Ditadura monetaria.Enquanto nao houver uma revolucao politica e administrtiva no governo, nao adianta trocar de personagem, pois todos cairao no mesmo sitema parasita e ineficiente.
O Brasil soh segue crescendo devido ao forte livre mercado que se ve na economia informal. Esta sim esta girando o dinheiro e criando uma economia forte. Quem pode sonega ( que na maioria sao ricos) e a classe media segue morrendo, donas de casa tem que trabalhar para manter as contas em dia, mas eh isso q querem , mais escravos contribuites para manter a maquina.
3 opiniões
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Acostumados a conviver com a manipulação de números inflacionários, o brasileiro anesteziou-se e vive como um incauto conformado. Como conviveu com números estratosféricos durante longos anos, conforma-se passivamente com os números atuais, sem nada questionar. Agora, diante de uma moeda forte como o real, a inflação está altíssima. Estou de posse de dois impressos de produtos anunciados por uma grande rede de supermercado, um de 2008 e o outro de 2009, final do ano. Veja alguns preços e refresque a memória para a inflação passar: 2008, tender de peru sadia: 17,60 kg; 2009, o mesmo, 25,98; 2008, extrato de tomate elefante de 340g: 1,55; 2009, o mesmo, 2,19; 2008, azeitona verde vale fértil 500g: 4,60; 2009, a mesma, 7,49. Poderíamos citar aqui uma centena de ítens, de nosso consumo diário e demonstrar alta de preços com mais de 30%. Com relação aos serviços, então, aí a coisa é muito pior. Perguntamos: você acredita que o Lula não sabia de nada sobre as malfeitorias do petismo troglodita? Se a resposta é sim, sim também é a "inflaçãozinha" que eles anunciam. - Vou bater um papo com papai noel! 3 opiniões
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