Chefe do FMI prevê contração maior do setor financeiro
da France Presse, no Cairo
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, projetou, nesta segunda-feira, uma contração maior do sistema financeiro mundial depois do pedido de concordata do banco de investimentos americano Lehman Brothers, quarto maior do setor nos Estados Unidos.
"Um longo processo de consolidação dos setores financeiros parece ter se iniciado", comentou o chefe do FMI, na capital egípcia, referindo-se ao período posterior ao da quebra do Lehman e ao agravamento da crise financeira nos Estados Unidos.
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"O que vemos hoje com o Lehman Brothers começou há meses, mas as conseqüências no setor financeiro não terminaram, ainda veremos outras", advertiu.
Para Strauss-Kahn, que se reuniu no Cairo com vários dirigentes egípcios, este processo modificará o número de bancos e também sua estrutura, principalmente nos Estados Unidos.
Strauss-Kahn enfatizou que, ao contrário do que aconteceu com o banco de investimento Bear Stearns e com as agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, o governo americano se absteve, dessa vez, de socorrer o Lehman Brothers, que pediu concordata nesta segunda.
Strauss-Kahn não quis falar, no entanto, em recessão para caracterizar a situação da economia mundial, apesar de enfatizar a existência de uma "importante desaceleração" sem perspectivas de recuperação antes de 2009.
Reação
O Federal Reserve (Fed, o BC americano) anunciou ontem medidas para facilitar o acesso a créditos emergenciais para instituições financeiras em dificuldades, ampliando as garantias dos empréstimos concedidos a bancos centrais. O banco agiu para evitar mais quebras, com o colapso do Lehman.
Nesta segunda-feira, a autoridade monetária realizou duas operações e colocou um total de US$ 70 bilhões à disposição dos bancos americanos, segundo informou em seu site o Fed de Nova York, encarregado das operações.
O presidente George W. Bush disse também hoje que sua administração está trabalhando para minimizar o impacto da crise financeira. Ele declarou confiança na capacidade da economia americana para enfrentar a longo prazo os ajustes em andamento.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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