Construção de casas nos EUA em agosto atinge menor ritmo em 17 anos
da Folha Online
A construção de imóveis residenciais nos EUA nos EUA caiu 6,2% em agosto, para uma taxa anualizada de 895 mil unidades. Foi o menor ritmo desde janeiro de 1991, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Departamento do Comércio.
O resultados surpreendeu os analistas, que previam um declínio 1,6%. O resultado apresentado refletiu a queda de 1,9% na construção de unidades residenciais para uma família, que ficou em 630 imóveis na taxa anualizada. Já a construção de imóveis para mais de uma família teve uma queda de 15,1, para uma taxa anualizada de 265 mil unidades.
Em relação ao ritmo de atividade há um ano, a queda foi de 33,1%. Segundo analistas do setor, a atividade de construção deve cair mais nos próximos trimestres, até que o nível dos estoques de casas à venda diminua o suficiente para que as empresas de construção possam voltar a operar normalmente.
O número de alvarás de construção emitidos (que sinalizam a atividade de construção nos próximos meses) teve queda de 8,9% no mês passado, para uma taxa anualizada de 854 mil unidades.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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