Operação de salvamento do AIG foi histórica, dizem jornais dos EUA
da France Presse, em Washington
A imprensa dos Estados Unidos classificou, nesta quarta-feira, como "histórica" a operação de salvamento da gigante dos seguros AIG (American International Group). As publicações consideram, no entanto, perigoso abrir as portas para outras intervenções semelhantes do Estado.
Orquestrada pelo Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), a a concessão de um empréstimo de US$ 85 bilhões à AIG para evitar uma crise financeira mundial, é "a intervenção no setor privado mais radical da história do banco central americano", escreveu o jornal "The New York Times".
Entenda a operação de resgate da seguradora AIG
Em troca deste apoio, o Estado federal receberá 79,9% do capital da AIG e os acionistas atuais ficarão apenas com os 20,1% que restaram da estatização.
A intervenção do estado "pode ser discutível, porque leva um risco efetivo ao contribuinte ao correr para salvar os maus investimentos feitos pelo AIG e por outras instituições financeiras", adverte o NYT.
A revista "Forbes", por sua vez, destacou que o AIG, com ativos de pouco mais de US$ 1 trilhão no fim de junho, era "aparentemente grande demais para desaparecer sem mais nem menos".
"O Fed, no entanto, abriu uma caixa de Pandora com esta intervenção, demonstrando essencialmente que é possível para o governo americano socorrer as empresas que tomam decisões equivocadas", alertou a publicação.
O "Washington Post" lembrou a Grande Depressão que começou com o "crack" da bolsa em 1929 e afirmou que "o governo assumiu o controle do gigante dos seguros para evitar a quebra do sistema financeiro mundial".
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Muito pertinentes e oportunos seus comentários. Gostaria de reforçá-los lembrando a alguns dos Internautas que insistem em emitir comentários falaciosos e mesmo grosseiros contra o Presidente Lula, que no campo educacional Ele foi o primeiro Governante (após a redemocratização do País) que deu a atenção para o Ensino Técnico direcionando recursos para a ampliação da rede de Cefets e Etecs. Adicionalmente, que eu saiba no atual governo promove-se um dos maiores programas (se não for o maior) mundiais de conexão digital de escolas públicas (em banda larga) à Internet e implantação de laboratórios de TIC.
Enfim, tantos exemplos e nos variados campos (a mencionada educação, ciência e tecnologia, inclusão digital, valorização do servidor público, defesa, política internacional => alguém lembra do que representaria a adesão aos preceitos preconizados pela ALCA: vide Argentina de Menem) que causa-me espanto a leitura de alguns comentários.
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O fato é que FHC deu contribuições enormes para o Brasil e deixou muita coisa nos trilhos para que o LULA viesse e colocasse a cereja no bolo. Muitas das realizações do LULA se deram porque o mundo todo vinha numa tocada forte. Nosso sistma bancário não foi criado nem fortalecido pelo LULA, e só por isso não embarcamos na onda mundial com força.
O Brasil, precisa sim, adotar uma postura mais humilde. Estamos vivendo uma sem justificativa em alguns setores que não tem razão. O lucro das nossa empresas não está refletindo a alta na bolsa na mesma proporção. O Brasil está bem, mas precisa de cautela. Muita cautela.
A coisa mais sensata que lí até agora aqui, foi chamar atenção para nossa dívida interna. Este governo está gastando horrores!!!! Olhar as reservas cambiais e se gabar disso é sim um erro grotesco e não precisa ser nenhum catedrático matemático. Minhas filhas em fase de alfabetização fariam esta conta.
Vamos deixar essa disputa de que LULA é melhor que FHC, ou que PT é melhor do que outros...ninguém é melhor do que ninguém...todo mundo erra e todo mundo acerta....nunca na história deste País houve um Presidente perfeito e nem vai existir. São todos parte de um sistema político falido, cheio de conchavos, negociatas e cocitas que estamos cansados de ver todos os dias nos noticiarios.
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O governo deve equilibrar a economia levando em consideração os players maiores da economia mundial ou seja China e EUA e formular a sua estratégia. Uma desvalorização da moeda aos níveis adequados com cambio fixo temporarimente é a proposta. Quem teme câmbio fixo? O mal já está instalado.
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