Dinheiro
18/09/2008 - 08h27

Inflação em SP registra alta de 0,52%, com pressão da Habitação, diz Fipe

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da Folha Online

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) registrou alta de 0,52% na segunda quadrissemana de setembro --30 dias até 15/09. O índice foi impulsionado pela alta nos preços da Habitação, que tiveram alta de 1,24%, a maior desde a segunda semana de setembro de 2004, quando a alta foi de 1,27%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira.

Os preços dos alimentos tiveram deflação de 0,55%, mesmo índice registrado uma semana antes e o menor desde a primeira semana de julho de 2006, quando houve uma deflação de 1,11%.

Na categoria Despesas Pessoais os preços tiveram alta de 1,18%, contra 1% na abertura do mês. Na categoria Vestuário avançaram 0,22%, contra deflação de 0,10% uma semana antes.

Os preços na categoria Educação tiveram ligeira variação para baixo, mostrando alta de 0,10%, contra 0,11% uma semana antes. Na categoria Transportes, os preços tiveram ligeira variação para baixo, registrando alta de 0,27%, contra 0,31% na leitura anterior. Nos preços na categoria Saúde houve alta de 0,47%, contra 0,56% no início do mês.

O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda de 1 até 20 salários mínimos. Na pesquisa, são feitas cerca de 110 mil tomadas de preços.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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