Morgan Stanley considera fusão com Wachovia, diz jornal
da Folha Online
O banco americano de investimentos Morgan Stanley, um dos que vem se mantendo com desempenho positivo em meio à crise que já afetou Bear Stearns, Lehman Brothers e Merrill Lynch, considera uma eventual fusão com o Wachovia --o quarto maior banco do país-- ou mesmo algum outro banco, segundo fontes ouvidas pelo diário americano "The New York Times" ("NYT").
Com essa operação, o Goldman Sachs --que teve uma queda de 70% em seu lucro no trimestre encerrado em agosto-- ficaria como o único grande banco de investimentos nos EUA com as portas abertas, diz o texto.
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Ontem, com a queda das ações do Morgan, o executivo-chefe da empresa, John Mack, recebeu um telefonema do Wachovia manifestando interesse em uma possível aquisição, diz o "NYT" --que destaca que as conversações estão em fase preliminar e podem não resultar em acordo.
Na terça-feira (16), o Morgan informou que fechou o terceiro trimestre fiscal com um lucro de US$ 1,425 bilhão (US$ 1,32 por ação), pouco abaixo do ganho de US$ 1,543 bilhão (US$ 1,44 por ação) um ano antes. Mesmo assim, o resultado superou as expectativas (de lucro de US$ 0,78 por ação).
O banco informou ainda que teve um crescimento de 1% na receita líquida, para US$ 8,05 bilhões.
O Lehman Brothers --o menor banco de investimentos entre os grandes nomes de Wall Street-- pediu concordata nesta segunda-feira, depois de semanas procurando um comprador. O britânico Barclays chegou perto de adquirir o Lehman e o Bank of America foi cogitado como eventual candidato a ficar com a instituição. O KDB (Banco de Desenvolvimento da Coréia do Sul, na sigla em inglês) também chegou a conversar com o Lehman. Todos se afastaram diante das perdas sofridas pelo banco com a crise das hipotecas de risco.
O Merrill Lynch evitou destino semelhante ao ser comprado pelo Bank of America. O governo americano, ao contrário da postura diante da possível quebra das gigantes hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, não ajudou os bancos de investimentos. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, disse que o governo intervir para salvar uma empresa privada seria encorajar outras empresas a se envolverem em comportamento de risco.
Sobre as hipotecárias --que devem receber uma ajuda de até US$ 200 bilhões--, Paulson havia dito serem "tão grandes e tão importantes em nosso sistema financeiro que a falência de qualquer uma delas provocaria uma enorme turbulência no sistema financeiro de nosso país e no restante do globo".
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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