Bush diz que seu governo faz o possível para estabilizar mercados
da Efe, em Washington
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou nesta quinta-feira que seu governo compartilha a preocupação dos americanos com a crise financeira e insistiu que está fazendo tudo o possível para "fortalecer e dar estabilidade aos mercados".
Em um aparição pública para falar da crise, Bush disse que está em contato permanente com seus assessores econômicos e hoje deve se reunir com o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson.
Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA
| Pablo Martinez Monsivais/AP |
![]() |
| Bush afirmou que seu governo compartilha a preocupação dos americanos com a crise |
Bush falou dos jardins da Casa Branca, após ter cancelado as viagens que deveria realizar à Flórida e ao Alabama, devido à gravidade da crise nos mercados financeiros mundiais.
O presidente lembrou as medidas econômicas e financeiras "extraordinárias" realizadas nos últimos dias e que, segundo ele, estão dando resultados em oferecer estabilidade aos mercados.
Entre elas, citou a decisão do governo de tomar o controle das gigantes hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, a intervenção na seguradora AIG e as medidas aprovadas pela comissão de valores mobiliários (SEC, em inglês) para proteger os investidores das gestões ilegais nos mercados.
"Ontem à noite, o Federal Reserve, em coordenação com os bancos centrais de todo o mundo, deu um passo substancial ao oferecer liquidez adicional ao sistema financeiro americano", afirmou Bush, em referência à decisão de seis bancos centrais em oferecer mais de US$ 200 bilhões em empréstimos de emergência.
"Estas ações são necessárias e importantes. E os mercados estão se ajustando", disse o presidente.
Ponderou, no entanto, que os mercados financeiros continuam enfrentando "desafios".
"O povo americano pode ter certeza que continuaremos agindo para fortalecer e dar estabilidade aos mercados financeiros, e melhorar a confiança do investidor", acrescentou.
Leia mais
- Lloyds efetiva compra do banco HBOS por US$ 22,2 bi
- Morgan Stanley considera fusão com Wachovia, diz jornal
- "Estatizações" já custam US$ 1 trilhão a governo dos EUA
- EUA inauguram era de "socorro aos gigantes"
- Intervenção do governo dos EUA é necessária, mas não suficiente, diz BC
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre a crise nos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria
| Comentários dos leitores |
|
|||||
|
|||||
|
|||||
| Comente esta reportagem | Veja todos os comentários (4393) | ||||
| Termos e condições | |||||

Ocultar
Exibir




Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar