Kraft Foods substituirá ação da AIG no índice Dow Jones
da Efe, em Nova York
A empresa alimentícia americana Kraft Foods substituirá a AIG no índice Dow Jones Industrial, o principal da Bolsa de Nova York, após o resgate na terça-feira da seguradora pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) mediante um empréstimo de US$ 85 bilhões, anunciou hoje a companhia Dow Jones.
Entenda a operação de resgate da seguradora AIG
O editor e diretor-executivo da Dow Jones Indexes, John Prestbo, afirmou, em comunicado, que a decisão de tirar a seguradora do índice ocorre em conseqüência da "praticamente nacionalização do AIG e do baixo preço de suas ações".
O AIG sai do índice após ter permanecido nele desde abril de 2004, enquanto a Kraft Foods será a única companhia alimentícia que fará parte do indicador.
A troca será efetivada em 22 de setembro, coincidindo com a abertura da Bolsa de Nova York.
Esta é a segunda mudança realizada em 2008 neste índice da bolsa de 112 anos, que reúne as companhias mais importantes de Wall Street.
Leia mais
- Após perdas acentuadas, Bolsas em NY sobem com ação de BCs
- Tesouro dos EUA amplia captação de ajuda ao Fed em mais US$ 100 bi
- Bush diz que seu governo faz o possível para estabilizar mercados
- "Estatizações" já custam US$ 1 trilhão a governo dos EUA
- Operação de salvamento do AIG foi histórica, dizem jornais dos EUA
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre o índice Dow Jones
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria



avalie fechar
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
avalie fechar
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
avalie fechar