FMI defende intervenção enérgica dos governos em casos de crise
da Efe, em Washington
O subdiretor-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), John Lipsky, recomendou hoje uma intervenção pública "em grande escala" como forma de estabilizar os mercados financeiros.
Além disso, o número dois da entidade multilateral de crédito defendeu a criação de uma agência nos Estados Unidos que assuma as dívidas de má qualidade dos bancos do país.
Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA
Foi por conta de uma notícia a esse respeito --de que o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, cogita abrir um órgão com essas características-- que as Bolsas de Nova York fecharam com altas significativas nesta quinta-feira.
Depois da divulgação de tal informação, dada pela rede de TV "CNBC", fontes do Departamento do Tesouro esclareceram que o governo estuda várias opções, de modo que ainda não decidiu se lançará mesmo uma nova agência.
De qualquer maneira, o FMI se mostrou a favor dela, e Lipsky, que já foi economista-chefe do banco JP Morgan Chase, afirmou que os EUA devem atuar de forma mais enérgica para lidar com a crise, e não reagir apenas quando o noticiário informa que uma instituição financeira está à beira do abismo.
"É necessário um enfoque amplo e consistente, não um enfoque caso por caso", afirmou o subdiretor-geral, segundo quem a história comprova que, para funcionar, a intervenção nos mercados deve ser "em grande escala".
Na terça-feira, o governo americano saiu em socorro da seguradora AIG (American International Group), emprestando-lhe US$ 85 bilhões. Mas, um dia antes, deixou o banco de investimentos Lehman Brothers falir.
Por causa dessa situação, vários investidores reclamaram de o governo não esclarecer os critérios que usa quando decide resgatar uma companhia.
"Esta tempestade pode ser superada sem uma recessão mundial prejudicial, mas, para conseguir isso, serão necessárias respostas claras e coerentes das autoridades e instituições públicas de todo o mundo", disse Lipsky em discurso no Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (CSIS, na sigla em inglês).
Durante a apresentação, pela primeira vez o especialista expôs com detalhes a opinião do FMI sobre o agravamento da crise financeira.
Lipsky destacou que a turbulência nas Bolsas será gradual e acompanhará a recuperação da atividade econômica em 2009, quando o crescimento mundial, segundo previsões do órgão, deverá ser de pouco menos de 4%.
No entanto, o subdiretor-geral do FMI reconheceu que a tendência macroeconômica "segue uma direção preocupante" e que economias avançadas, que pareciam robustas, agora mostram sinais de fraqueza.
"Com a queda dos mercados imobiliários no Reino Unido, na Irlanda e na Espanha, aumentaria a preocupação sobre os efeitos no setor financeiro", disse para exemplificar.
Atualmente, a maioria das economias avançadas "está virtualmente estagnada ou a ponto de cair na recessão", afirmou o economista.
Lipsky disse ainda que o BCE (Banco Central Europeu) poderá reduzir as taxas de juros se a atividade econômica se desacelerar e se a inflação ficar sob controle, como prevê o FMI.
Sobre os mercados emergentes, o economista declarou que tais países podem sofrer algum impacto com a diminuição de investimentos estrangeiros. No caso da América Latina, esse fator se vê agravado pela queda dos preços das matérias-primas que a região exporta, destacou.
Mas nem todos os sinais são preocupantes. No mercado imobiliário, a origem dos problemas dos Estados Unidos, o FMI vê "uma luz no fim do túnel" em 2009.
Os sinais positivos, segundo Lipsky, são a redução do volume de imóveis à venda, a queda de seu preço para níveis razoáveis em termos históricos e a intervenção do governo no mercado hipotecário.
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Fizestes uma bela autocrítica e demonstratester um nivel de cognição igual ou inferior ao do Luia.
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Recentemente ao comentar as imagnes do MENSALÃO DO DEM veiculada pela televisão o comunicólogo, Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a imagem não significava nada. Acredito que esse conceito tenha sido o mesmo juizo devalor feito pelo iluistre mandatário quando dos episódios do MENSLÃO PETISTA, no qual alguns dos seus companheiros foram pilhados com dinheiro na cueca e uma mala cheia de dinheiro para comprar um suposto dosseê.
Simbolo máximo do COITADISMO o presidente da república, ao ser criticado ou ler as críticas feita ao seu governo ele revela o seu lado Fidel Castro, Enver Hodja, Mahmud Armadnedjá.
Isso é culpa daqules que puseram o Lula lá para avalisar todas as maracutaias feita pelos membros do seu partido e os demais que compõem a sua base parlamentar. Juntos eles tem um projeto falimentar para o país.
O AZEDUME que ele tanato reclama da imprensa é a verdadde sobre o seu governo, estampada nas críticas pertinentes dentro do processo democrático.
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Cezar Augusto Silva de Araujo (318) 08/12/2009 10h06
Recentemente ao comentar as imagnes do MENSALÃO DO DEM
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Esse pessoal não tem vergonha na cara mesmo! Os políticos da oposição são pegos em flagrante NO VÍDEO, e o que é que eles faze ??? Criticam o Lula...ora vão se catar, chega de mau-caratismo...
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