Governo britânico busca restabelecer confiança de investidores, diz premiê
da Efe
O premiê do Reino Unido, Gordon Brown, afirmou nesta sexta-feira que o governo britânico trabalha para manter a estabilidade financeira e a confiança do investidor.
"Uma coisa está clara, faremos tudo o que estiver em nosso poder para garantir a estabilidade do sistema. Tudo o que estamos fazendo é pensado para garantir a confiança do investidor no futuro", disse Brown.
O premiê citou a decisão da FSA (Autoridade de Serviços Financeiros, na sigla em inglês) de proibir de maneira temporária as vendas a descoberto, com as quais os investidores podem provocar a queda de ações, diante das atuais condições do mercado.
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Uma venda a descoberto é quando um investidor toma emprestadas ações de uma empresa, através do pagamento de comissão, para vendê-las e voltar a comprá-las depois, com a esperança de que tenha baixado de preço, para embolsar a diferença antes de devolvê-las ao proprietário.
"Tomamos a decisiva medida de trabalhar com o HBOS e o Lloyds TSB. Também tomamos ontem uma ação decisiva, a Autoridade de Serviços Financeiros atuou sobre as vendas a curto prazo", acrescentou.
O primeiro-ministro disse que o Governo está trabalhando com seus parceiros internacionais sobre as medidas para superar a crise.
"Os bancos centrais se uniram para encontrar liquidez (a fim de injetar) no sistema. Estou falando com o presidente [francês, Nicolas] Sarkozy sobre algumas das medidas que a União Europa pode tomar", ressaltou Brown.
Ele ainda informou que o ministro das Finanças do Reino Unido, Alistair Darling, está em contato com o Departamento do Tesouro americano para discutir a melhor maneira de trabalhar juntos, a fim de enfrentar os problemas econômicos.
"Cada problema que enfrentamos foi de uma forma decisiva e pensada para levar estabilidade ao sistema. Vamos manter negociações com nossos colegas internacionais nas próximas horas", disse.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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