Dinheiro
21/09/2008 - 12h21

Lehman Brothers reivindica devolução de US$ 8 bilhões na Europa

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da Efe, em Londres

Os administradores dos negócios europeus do Lehman Brothers apresentaram um processo em um tribunal de Nova York no qual reivindicam a devolução de US$ 8 bilhões, informou neste domingo a BBC.

O dinheiro foi transferido da Europa à holding do grupo nos Estados Unidos antes da declaração de concordata do banco.

Um porta-voz da Pricewaterhousecoopers, companhia encarregada da administração do Lehman Brothers na Europa, disse hoje que o dinheiro foi necessário para pagar os salários dos funcionários, os credores e outras despesas diárias.

Essa reivindicação, que foi bem acolhida pelos 4.500 Funcionários do Lehman em Londres que ficaram, por enquanto, desempregados, representa um endurecimento da postura dos administradores.

Enquanto isso, os empregados da divisão de finanças corporativas do Lehman Europa esperam que possam conservar os empregos graças ao interesse crescente nessa franquia.

Segundo fontes citadas no sábado pelo "Financial Times", o banco japonês Nomura e o britânico Barclays, além de um terceiro banco, estão interessados em adquirir essa divisão.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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