Fed injeta US$ 95 bilhões no sistema bancário dos EUA
da France Presse, em Washington
da Efe, em Tóquio
O Fed (Federal Reserve, o banco central americano) anunciou nesta segunda-feira a injeção de US$ 95 bilhões no sistema bancário por meio de operações de refinanciamento de rotina. Outros bancos centrais também voltaram a agir hoje para dar liquidez ao já tenso sistema financeiro.
A agência do banco em Nova York, intermediária tradicional do Fed com os mercados, informou a liberação de US$ 20 bilhões pela amanhã em suas operações habituais de refinanciamento por um dia.
Porém, os bancos pediram no total US$ 45,6 bilhões. Sendo assim, o Fed indicou que vai liberar US$ 75 bilhões a mais, com vencimento em 28 dias, em um leilão.
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O Fed havia anunciado em 14 de setembro que faria o possível para fornecer aos bancos o quanto precisassem para seu funcionamento e, desde então, já concedeu mais de US$ 170 bilhões em operações de financiamento por um dia que não estavam previstas.
O BCE (Banco Central Europeu) também anunciou nesta segunda-feira um novo leilão extraordinário para injetar no mercado interbancário até US$ 40 bilhões com um dia de vencimento.
Na semana passada, o BCE colocou no mercado US$ 80 bilhões perante uma demanda de mais do dobro. Além disso, o BCE injetou no sistema da zona do euro 125 bilhões de euros em caráter extraordinário.
Também hoje o Banco do Japão (BOJ, banco central japonês) injetou 1,5 trilhão de ienes (US$ 14,086 bilhões) adicionais no sistema financeiro, após fornecer na semana passada um total de US$ 103 bilhões para aliviar os problemas.
Trata-se do quinto dia de trabalho consecutivo na qual o banco central japonês fornece liquidez ao sistema. No total, o BOJ injetou desde terça-feira, 16 de setembro, mais de US$ 117 bilhões como parte de uma operação com o Fed e outros bancos centrais na tentativa de estabilizar o mercado perante as turbulências suscitadas pela quebra do Lehman Brothers.
O Banco Central dos Emirados Árabes Unidos também anunciou hoje que desembolsará cerca de US$ 13,6 bilhões para ajudar os bancos locais.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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Venezuela é um país produtor de petróleo, certo???
Como se explica que p/ encher o tanque de gasolina naquele país, vc gastar Menos de R$ 2,00 Reais
Brasil é produtor de Alcool, certo?? Um dos maiores do mundo, aqui vc não enche o tanque por menos R$ 66,00 Reais.
Argentina é Exportadora de petróleo como a venezuela????
É produtora de Alcool, como o Brasil?????
Alguém me explica como o litro da gasolina argentina que é pura e não contem alcool na mistura, e quasi R$ 1,00 a menos que a do Brasil.
Sai mais barato encher o tanque na Argentina com gasolina pura, do que encher no Brasil com 25% de mistura de alcool.
Sinceramente, isto não tem explicação srs(as).
É UM ABSURDO
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