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Dinheiro
22/09/2008 - 12h57

Fed injeta US$ 95 bilhões no sistema bancário dos EUA

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da France Presse, em Washington
da Efe, em Tóquio

O Fed (Federal Reserve, o banco central americano) anunciou nesta segunda-feira a injeção de US$ 95 bilhões no sistema bancário por meio de operações de refinanciamento de rotina. Outros bancos centrais também voltaram a agir hoje para dar liquidez ao já tenso sistema financeiro.

A agência do banco em Nova York, intermediária tradicional do Fed com os mercados, informou a liberação de US$ 20 bilhões pela amanhã em suas operações habituais de refinanciamento por um dia.

Porém, os bancos pediram no total US$ 45,6 bilhões. Sendo assim, o Fed indicou que vai liberar US$ 75 bilhões a mais, com vencimento em 28 dias, em um leilão.

Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA

O Fed havia anunciado em 14 de setembro que faria o possível para fornecer aos bancos o quanto precisassem para seu funcionamento e, desde então, já concedeu mais de US$ 170 bilhões em operações de financiamento por um dia que não estavam previstas.

O BCE (Banco Central Europeu) também anunciou nesta segunda-feira um novo leilão extraordinário para injetar no mercado interbancário até US$ 40 bilhões com um dia de vencimento.

Na semana passada, o BCE colocou no mercado US$ 80 bilhões perante uma demanda de mais do dobro. Além disso, o BCE injetou no sistema da zona do euro 125 bilhões de euros em caráter extraordinário.

Também hoje o Banco do Japão (BOJ, banco central japonês) injetou 1,5 trilhão de ienes (US$ 14,086 bilhões) adicionais no sistema financeiro, após fornecer na semana passada um total de US$ 103 bilhões para aliviar os problemas.

Trata-se do quinto dia de trabalho consecutivo na qual o banco central japonês fornece liquidez ao sistema. No total, o BOJ injetou desde terça-feira, 16 de setembro, mais de US$ 117 bilhões como parte de uma operação com o Fed e outros bancos centrais na tentativa de estabilizar o mercado perante as turbulências suscitadas pela quebra do Lehman Brothers.

O Banco Central dos Emirados Árabes Unidos também anunciou hoje que desembolsará cerca de US$ 13,6 bilhões para ajudar os bancos locais.

Comentários dos leitores
alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
O que nós que estamos na estrada, lutando e correndo tanto atrás de objetivos, podemos esperar desses Governos Estaduais e Federais. Temos exemplos de Venezuela, Argentina, EUA, China etc. Todos os dias jornais do Brasil e do mundo dizem a mesma coisa. O Governo Brasileiro precisa diminuir os gastos públicos e a despesa só aumenta. Judiciário ganha quanto quer. Legislativo (vergonha) ganha quanto quer(rouba quanto quer), executivo ganha quanto quer (rouba quanto quer). O Presidente Sr. Lula era contra tudo isso, antes de ser Presidente. Onde está o Lider Brasileiro, que poderá nos tirar de toda essa lama? Quem disse que a Petrobrás é nossa? Que o Pré-Sal é nosso? Mais da metade de tudo isso é dos Americanos(via Bolsa de Valores). O Governo Brasileiro vive destruindo nossos sonhos, sonho de educarmos nossos filhos, termos nossa casa própria, nosso carro de qualidade, nossa vida em família com o conforto que merecemos. Exemplo disso são as pessoas se afongando nas recentes chuvas (pois não tem como morar dignamente) e são obrigados a se espremeram e enconstas de barrancos e áreas pantanosas. A Petrobrás esfola os Brasileiros em nome da liberdade de mercado (transferindo todo o lucro para as famílias prósperas e gordas americanas). O governo Brasileiro só pensa em arrecadar, não pensa no povo. Até onde poderemos suportar toda essa carga? sem opinião
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Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Em relaçao ao alcool, gostaria de comentar sim, primeiro lugar deveria abastecer a demanda do nosso Pais, exportar menos, fazer o brasileiro pagar menos, se houver sobras, ai sim vender, mas nos brasileiro estamos cansado dessa politica de primeiro abastecer na fora, cada vez que abastecemos na fora, sobra menos para o mercado interno, e assim consequentemente pagamos mais, Exelentissimo SR Presidente da Republica, aqui deixo meu apelo, "Vamos olhar para o mercado interno, um otimo exemplo e o caso do alcoool, pô e nossa cana de açucar, e nossa fabricaçao, produçao toda nossa, Por que pagar mais caro.
No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
sem opinião
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Valentin Makovski (406) 18/12/2009 17h07
Valentin Makovski (406) 18/12/2009 17h07
Como entender!!!
Venezuela é um país produtor de petróleo, certo???
Como se explica que p/ encher o tanque de gasolina naquele país, vc gastar Menos de R$ 2,00 Reais
Brasil é produtor de Alcool, certo?? Um dos maiores do mundo, aqui vc não enche o tanque por menos R$ 66,00 Reais.
Argentina é Exportadora de petróleo como a venezuela????
É produtora de Alcool, como o Brasil?????
Alguém me explica como o litro da gasolina argentina que é pura e não contem alcool na mistura, e quasi R$ 1,00 a menos que a do Brasil.
Sai mais barato encher o tanque na Argentina com gasolina pura, do que encher no Brasil com 25% de mistura de alcool.
Sinceramente, isto não tem explicação srs(as).
É UM ABSURDO
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