EUA tomaram "atitudes ousadas" contra "efeitos devastadores" da crise, diz Bush
da Folha Online
O presidente americano, George W. Bush, disse nesta terça-feira que o governo dos EUA tem tomado "atitudes ousadas para evitar efeitos devastadores" na economia do país.
"Nas últimas semanas tomamos atitudes ousadas para evitar efeitos devastadores. Estamos tentando estabilizar o mercado evitando a falência de várias empresas", disse o presidente, em discurso na 63ª Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).
Lula cobra papel mais ativo dos ricos frente à crise
Entenda a crise financeira que atinge os EUA
O presidente dos EUA destacou o plano de oferecer uma ajuda de até US$ 700 bilhões ao setor financeiro para evitar quebras como a do banco de investimentos Lehman Brothers, no último dia 15.
"Na semana passada eu anunciei um plano decisivo para manter as raízes da estabilidade (...) Posso garantir que meu governo está trabalhando para aprovar esta estratégia. Precisamos agir com a urgência que a crise precisa", disse Bush. "Precisamos trabalhar em termos de metas e nos mantermos firmes em relação às nossas propostas."
Mais cedo, Bush havia dito confiar em uma rápida aprovação no Congresso do plano de resgate; ele afirmou que "há boas idéias que devem ser ouvidas para conseguir um bom projeto de lei que combata a situação".
Bush também lembrou as ações do Federal Reserve (Fed, o BC americano), para injetar recursos no sistema bancário --medida que pretende evitar uma escassez de crédito nos mercados. O Fed chegou mesmo a adotar na semana passada a decisão de agir com outros cinco grandes bancos centrais para injetar recursos no sistema bancário mundial.
O Fed, o Banco do Japão, o BCE (Banco Central Europeu), o Banco da Inglaterra (BC do Reino Unido), o SNB (Suíça) e o Banco do Canadá injetaram na economia mais de US$ 200 bilhões para enfrentar a crise.
O presidente chegou a mencionar a Rodada Doha de liberalização do comércio mundial, que em julho entrou em um novo período de paralisação, devido ao impasse entre EUA, China e Índia sobre uma cláusula de salvaguardas para os países em desenvolvimento.
"A Rodada Doha foi decepcionante, mas ainda não tem sua palavra final. Ainda temos esperança de conseguir um acordo sobre Doha. Nós precisamos manter nosso compromisso de abrir nossa economia e acabar com o isolamento", disse o presidente americano.
Ele disse que os objetivos de maior integração entre as economias "têm sido abalados pela crise", uma vez que "nossas economias estão mais próximas do que nunca.
Leia mais
- Bush espera aprovação rápida no Congresso do plano de ajuda financeira
- Fed e Tesouro pedem ação rápida do Congresso para evitar "efeitos graves" na economia
- Japonesa Nomura pode comprar operações do Lehman Brothers na Europa
- Líder democrata promete rápida liberação de socorro anticrise nos EUA
- Bush pede aprovação para pacote de até US$ 700 bi para conter crise
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre a crise nos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar