Tesouro intervirá rápido nos mercados se plano for aprovado, diz Paulson
da Efe, em Washington
O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, disse nesta terça-feira que o governo americano intervirá rapidamente nos mercados com a compra de ativos garantidos por hipotecas, assim que o Congresso aprovar o pacote de resgate financeiro, de US$ 700 bilhões.
Paulson explicou, em testemunho hoje diante do Comitê dos Bancos do Senado, que, se o Congresso ratificar o plano, o governo iniciará rapidamente as operações com uma compra de títulos vinculados a hipotecas por uma pequena quantidade de dinheiro.
"Vai haver certa experimentação", disse Paulson, que destacou que a intervenção em grande escala que o governo pretende realizar "nunca foi feita antes".
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O deputado Steny Hoyer disse que o Congresso pretende aprovar o pacote antes de sexta-feira (26), quando deve suspender suas sessões até depois das eleições de novembro. Se a votação não ocorrer neste dia, o Congresso se manterá aberto até o plano ser ratificado, disse.
Na audiência, o senador democrata Charles Schumer sugeriu que o Congresso destine US$ 150 bilhões, por enquanto, ao plano e, em três meses, avalie os resultados. Paulson rejeitou essa proposta, apesar de ter reconhecido que o governo não usará os US$ 700 bilhões que pediu ao Congresso de uma vez.
"Isso seria um grave erro, porque [com o plano] tentamos levar confiança ao mercado", afirmou Paulson.
Uma das chaves do processo será como avaliar as dívidas de má qualidade que o governo pretende comprar dos bancos e para as quais atualmente não existe um mercado.
Paulson disse que o departamento do Tesouro americano usará diversos métodos para fixar o preço desses títulos.
"Usaremos enfoques diferentes em situações diferentes", disse. Uma das propostas é utilizar audiências nas quais o governo adquiriria os títulos ao menor preço oferecido pelas instituições financeiras que queiram se desfazer deles.
Paulson destacou que os US$ 700 bilhões que o governo pede ao Congresso não serão perdas para o contribuinte. "Se isto funcionar da forma como deveria, não será uma despesa, será um investimento", indicou.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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