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Dinheiro
24/09/2008 - 08h33

Crise nos EUA derruba confiança empresarial em setembro na Alemanha

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da Efe, em Frankfurt

A confiança empresarial caiu em setembro na Alemanha a seu nível mais baixo em mais de três anos, após a grave crise financeira internacional.

O instituto alemão de pesquisas econômicas Ifo informou nesta quarta-feira que o índice de confiança empresarial no conjunto da Alemanha caiu em setembro para 92,9 pontos, frente aos 94,8 pontos de agosto.

Entenda a crise financeira que atinge os EUA

O Ifo ressaltou que esta é a quarta queda consecutiva do índice de confiança empresarial, e acrescentou que a situação não deve melhorar no quarto trimestre do ano.

O governo americano propôs no último sábado (20) um pacote de ajuda ao setor financeiro: o plano prevê a compra, pelo Departamento do Tesouro dos EUA, de até US$ 700 bilhões em títulos lastreados em papéis de risco, como contratos de hipotecas.

O presidente americano, George W. Bush, bem como o secretário do Tesouro, Henry Paulson, e o presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Ben Bernanke, têm pedido agilidade ao Congresso para aprovar o pacote. Bernanke chegou a dizer ontem que, sem o pacote, a economia americana corre o risco de cair em recessão.

A recepção dos congressistas americano, no entanto, não foi inspiradora. "O [documento] que eles nos enviaram não é aceitável", disse o senador democrata e presidente do Comitê de Bancos do Senado, Christopher Dodd. Outro senador, o republicano Richard Shelby, disse que "é preciso procurar alternativas".

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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