Bolsas asiáticas mantêm indefinição à espera de aprovação de plano nos EUA
da Folha Online
As Bolsas da Ásia fecharam sem tendência definida nesta quinta-feira à espera do plano de US$ 700 bilhões para solucionar a crise no mercado financeiro dos Estados Unidos. O plano será discutido nesta quinta-feira pelo presidente e por congressistas na Casa Branca, em Washington.
Entenda a crise financeira que atinge os EUA
Em discurso na TV ontem, o presidente George W. Bush assumiu que os EUA estão "imersos em uma grave crise financeira" e pediu a aprovação urgente do plano, visto como solução para a ameaça de recessão. Bush disse que, se a ajuda não for aprovada, poupanças serão perdidas, os despejos aumentarão, empregos serão perdidos e empresas vão fechar.
"Eu tenho profunda crença nas trocas comerciais livres, por isso me oponho à qualquer intervenção do governo", disse. Mas essas "não são circunstâncias normais. Os mercados não estão funcionando corretamente. Há uma disseminação da perda da confiança", disse Bush.
Em um movimento de espera pelo resultado da aprovação ou não do plano, a Bolsa de Tóquio fechou com leve recuo de 0,9%, com investidores receosos em investir no mercado. "O grande problema é que o mercado sabe que existe um plano, mas espera para descobrir, de fato, sua efetividade", afirmou Norihiro Fujito, do Mitsubishi UFJ Securities.
Nos outros mercados asiáticos, somente as Bolsas de Xangai, Seul e Manila (Filipinas) tiveram altas. Na China, a aceleração chegou aos 3,64%, enquanto na Coréia do Sul, os ganhos foram de apenas 0,38%. As quedas ficaram entre 0,07% e 1,4%.
Bolsas
Nos mercados mundiais, a quarta-feira foi de trégua das oscilações, tanto nos fortes avanços quanto nos pesados recuos que predominaram nas últimas semanas. Os investidores oscilaram entre o sinal positivo dado pelo megainvestidor Warren Buffet, de investir US$ 5 bilhões no banco de investimentos Goldman Sachs, e a falta de qualquer sinal sobre a aprovação do pacote de salvamento dos bancos, apresentado no último fim de semana pelo governo dos Estados Unidos.
A pior informação foi a estimativa do diretor-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, de que o custo da crise financeira global pode chegar a US$ 1,3 trilhão, contra uma estimativa anterior de US$ 1 trilhão a US$ 1,1 trilhão.
Em Wall Street, as Bolsas americanas fecharam com resultados distintos. A Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) fechou em queda de 0,27%, aos 10.825,17 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 perdeu 2,35%, para 1.185,87 pontos. Em sentido contrário, a Bolsa Nasdaq avançou 0,11%, aos 2.155,68 pontos.
No Brasil, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou a sessão em alta modesta, puxada, principalmente, pelas ações da Petrobras. O termômetro da Bolsa, o índice Ibovespa, ficou 0,50% mais alto e alcançou os 49.842 pontos.
Já as Bolsas européias não conseguiram escapar da preocupação generalizada com o pacote anticrise americano.
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Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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