Dinheiro
25/09/2008 - 20h37

Democratas querem plano de resgate de US$ 56,2 bi para famílias americanas

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da France Presse, em Washington

Os líderes democratas divulgaram nesta quinta-feira um plano de socorro de US$ 56,2 bilhões destinado a ajudar famílias americanas afetadas pela crise financeira.

"Não podemos nos esquecer dos americanos médios enquanto tentamos combater a crise de Wall Street", disse o chefe da maioria democrata no Senado, Harry Reid, em um comunicado conjunto com o senador democrata Robert Byrd.

Entenda a crise financeira que atinge os EUA

"Os democratas acreditam que outro plano de resgate econômico deve ser adotado rapidamente, um que gere centenas de milhares de bons empregos americanos e evite cortes nos setores cruciais", diz o texto.

Os legisladores americanos chegaram a anunciar nesta quinta-feira ter chegado a um acordo sobre as linhas gerais do plano de socorro ao sistema financeiro de US$ 700 bilhões, defendido pelo governo. depois afirmaram que têm muitos temas a resolver antes de chegarem a um acordo final sobre o plano de socorro financeiro proposto pelo Tesouro dos Estados Unidos,

"Tenho esperança de que vamos chegar a um acordo rapidamente", disse o presidente George W. Bush em uma inédita reunião na Casa Branca com os candidatos à presidência Barack Obama e John McCain, da qual participaram também líderes do Congresso.

Os lares americanos foram fortemente afetados pela crise no mercado imobiliário, pela alta das taxas hipotecárias, pelo aumento do preço do petróleo e dos alimentos e pelo crescimento do desemprego, que chegou a 6,1% em agosto, nível mais alto em cinco anos.

Comentários dos leitores
Arthur Capella Neto (12) 16/11/2009 11h09
Arthur Capella Neto (12) 16/11/2009 11h09
Neste mundo que , por conceitos fisico-quimicos , já deveria ter acabado, de tão putrefato e corroído pelos cupins humanos, não existem, nos grupos controladores, mocinhos , só bandidos. No passado e atualmente, fizeram-se e fazem-se guerras por poder, por temperos, por amantes,por petróleo e , se o governante é corrupto ou assassino mas faz o jogo do poder dominante, então serve. Assim, vemos a multiplicação de reinos pessoais e familiares na Africa e no oriente médio e, mais próximamente, na Venezuela. Sem maiores surtos de vergonha, inventa-se um motivo e "bum", estoura-se o país insurgente.Muitas vêzes o insurgente foi colocado lá pelo seu próprio aniquilador, vide o caso de Saddan Hussein.A criatura desobedeceu o criador. O Brasil que, nos últimos anos, colocou no seu arsenal uma nova ação, chamada vontade política, tem a mania de se encrencar em outros campos, vide Guatemala.Também colocou neste arsenal uma outra frase:tolerância com vizinhos desagradáveis. Assim, tolera as estrepulias da desgovernada e órfã do caudilho , Argentina.Tolera os rompantes do ditador de piche, o sargentão Chavez.Tolera o boneco de Chavez, o índio Evo (como tal ,é tutelado) e também o pedófilo e Don Juan do Paraguay, o Lugo. Parece que só isto poderia dar ao Brasil o Nobel da tolerância e da paz. Para não fugir ao assunto, a China.O Obama precisa de dólar baixo.A China usa o Yuan baixo artificialmente para exportar.O êrro foi considerar a China economia de mercado.Não é e ponto final. 3 opiniões
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O Pacificador (135) 16/11/2009 10h45
O Pacificador (135) 16/11/2009 10h45
"China acusa EUA de protecionismo durante visita de Obama..."
Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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Mario Lago Braschi (19) 16/11/2009 07h29
Mario Lago Braschi (19) 16/11/2009 07h29
A Folha deveria criar comentários por assunto, assim pouparia os leitores de verem pessoas frustradas que se acham cultas ocupando os 1500 caracteres para falar abobrinhas de assunto que não tem nada a ver com a matéria. Sem contar sobre as velhas discussões de quem chegou pela primeira vez aqui e quer defender FHC ou Lula.
Fica o registro. E nem precisa da palavra do Meireles.
sem opinião
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