Brics e Europa apóiam convocação de conferência mundial sobre a crise
TAHIANE STOCHERO
do Agora, em Nova York
Reunidos nesta tarde em Nova York, alguns dos países com economias emergentes, conhecidos como Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), decidiram apoiar a iniciativa de Brasil e França para convocar uma reunião para discutir a crise financeira.
O encontro pode contar com a presença de chefes de Estado e de presidentes dos Bancos Centrais dos países atingidos. Dentre os temas discutidos estariam a criação de um fundo para apoiar o governo norte-americano e a regulamentação das transações internacionais.
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A reunião de hoje ocorreu na sede da missão russa na ONU e contou com a presença dos ministros de Relações Exteriores dos quatro países do bloco. Há a possibilidade da conferência sobre a crise ocorrer em 17 de novembro no Brasil, quando será realizada uma reunião de ministros da Economia dos Brics para debater o tema.
"Eu discuti a questão com líderes de todo o mundo nestes dias aqui na ONU. Eu acredito que é necessário a estabilização e, além de ajudar o presidente Bush [George W.], temos de garantir a democracia e ter a certeza de que estes problemas não ocorram novamente", afirmou nesta tarde na ONU o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
O encontro sobre a crise foi proposto pelo presidente brasileiro Luiz Inácio da Silva em discurso na abertura da 63ª Assembléia Geral da ONU na terça-feira. Lula pediu também o apoio do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, para que ele se engaje pessoalmente na iniciativa pois, segundo fontes diplomáticas, ambos acordaram que a desestabilização das finanças internacionais afeta diretamente a concretização das Metas do Milênio, propostas pela ONU para acabar com a pobreza do mundo até 2015.
A idéia foi reiterada também em discurso na ONU pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy. "Minha convicção é que os presidentes e chefes de Estado dos países atingidos diretamente se reúnam, pois este é a maior crise financeira internacional após aquela que abalou o mundo capitalista nos anos 30", disse Sarkozy.
Na noite de ontem, Lula levou o tema para uma reunião a portas fechadas convocada por Brown no hotel onde o presidente brasileiro estava hospedado em Nova York. Na discussão, que contou a presença do premiê espanhol, José Luis Zapatero, da Dinamarca, Anders Fogh Rasmussen, e um representante do governo australiano, além de José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Européia (órgão administrativo da União Européia), e os presidentes da Tanzânia e da União Africana, Jakaya Kikwete, houve consenso sobre a necessidade da regulamentação das transações financeiras.
"Nós achamos que é preciso regulamentar, não pode ficar solto. Veja, você tem, através dos bancos centrais se reuniram em Basiléia durante tanto tempo e estabeleceram regras para países emergentes. Por que não podem estabelecer regras para os países ricos? É apenas uma questão de disposição política e eu acho que está na hora de todo mundo ser regulamentado para que todo mundo saiba que há transparência no sistema financeiro mundial", disse Lula após sair da reunião.
Como Lula voltou a Brasília ontem à noite, o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, ficou encarregado de continuar a questão. Ainda na noite de ontem, Amorim jantou com a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, e hoje se reuniu com os Brics e com o secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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Venezuela é um país produtor de petróleo, certo???
Como se explica que p/ encher o tanque de gasolina naquele país, vc gastar Menos de R$ 2,00 Reais
Brasil é produtor de Alcool, certo?? Um dos maiores do mundo, aqui vc não enche o tanque por menos R$ 66,00 Reais.
Argentina é Exportadora de petróleo como a venezuela????
É produtora de Alcool, como o Brasil?????
Alguém me explica como o litro da gasolina argentina que é pura e não contem alcool na mistura, e quasi R$ 1,00 a menos que a do Brasil.
Sai mais barato encher o tanque na Argentina com gasolina pura, do que encher no Brasil com 25% de mistura de alcool.
Sinceramente, isto não tem explicação srs(as).
É UM ABSURDO
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