JP Morgan compra atividades do Washington Mutual por US$ 1,9 bi
da Folha Online
O banco americano JP Morgan Chase comprou as atividades da instituição de poupança e investimentos Washington Mutual, por US$ 1,9 bilhão, informou nesta quinta-feira a Agência Federal de Garantias e Depósitos Bancários (FDIC, na sigla em inglês), agência do governo que garante os depósitos bancários.
Entenda a crise financeira que atinge os EUA
O JP Morgan adquiriu os depósitos, bens e parte do passivo do Washington Mutual (WaMu), o segundo maior banco de sua categoria nos Estados Unidos. A aquisição cria a maior instituição americana de depósitos e poupança, com mais de US$ 900 bilhões em depósitos, destaca a FDIC no comunicado.
O acordo, "de efetivação imediata (...), cria a segunda maior rede de agências dos EUA, com sucursais que alcançam 42% da população americana", informa o comunicado.
O JP Morgan Chase "planeja completar a maior parte da integração dos sistemas e a mudança da imagem até o final de 2010, após fechar ao menos 10% das agências".
Em março deste ano, o JP Morgan já havia adquirido o Bear Stearns, em uma operação auxiliada pelo Federal Reserve (Fed, o BC americano). O Bear teve de ser vendido devido às perdas e problemas causados pela crise das hipotecas "subprime" (de maior risco).
Em abril deste ano, o WaMu recebeu uma injeção de capital de US$ 7 bilhões do fundo de "private equity" (especializado em compra de participações de empresas pequenas ou em dificuldades) TPG, depois que o banco anunciou um prejuízo líquido de US$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre fiscal de 2008.
Crise
O principal motivo para o prejuízo foi a forte exposição do banco aos papéis de crédito imobiliário de alto risco ("subprime") no país. O Washington Mutual informou que tais papéis trouxeram perdas de US$ 3,5 bilhões no período.
O WaMu é mais uma da série de instituições financeiras americanas que, desde a semana passada, imprimiram um novo ritmo à crise financeira acarretada pelas hipotecas "subprime" e que já dura mais de um ano.
As baixas mais recentes foram as gigantes hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, no início deste mês, que precisaram de uma ajuda de R$ 200 bilhões do Tesouro para não quebrarem; o banco de investimentos Lehman Brotehrs, que quebrou no último dia 15; o Merrill Lynch, que foi vendido ao Bank of America; e a seguradora AIG, que precisou de um empréstimo de US$ 85 bilhões do Fed.
Toda essa mudança no cenário em Wall Street fez com que o Departamento do Tesouro propusesse um pacote de US$ 700 bilhões para evitar mais quebras. O pacote ainda não tem detalhes precisos: a reunião realizada ontem na Casa Branca entre o presidente George W. Bush, líderes congressistas e os candidatos à Presidência dos EUA, Barack Obama (democrata) e John McCain (republicano) terminou sem um acordo.
Com France Presse
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E sim, também é verdade, os carros no Brasil são caríssimos, se comparados com os vendidos no exterior. Preste atenção: Um carro que entra no mercado como importado, não tem muito redução de valor se passa a ser montado aqui, mesmo que o imposto de importação é muito maior.
Essas montadoras só querem ganhar dinheiro em cima do povo brasileiro! E muitos acham que tem um carro nacional. Nacional? Que nacional, que nada. O carro seria nacional se fosse desenvolvido e produzido por uma empresa nacional, e não uma subsidiária de uma montadora estrangeira, que tem que remeter lucros para fora.
O Brasil é o único país dos tais BRIC que não tem uma marca própria de automóveis de expressão. Por quê? Nós temos condições e tecnologia para fazer isso... Só falta apoio. E da própria população! Se a saudosa Gurgel tivesse isso, talvez fosse uma multinacional brasileira hoje...
E por quê um grande grupo brasileiro não pode comprar (ou incorporar) nenhuma dessas marcas estrangeiras falidas e trazê-la pra cá? Os indianos compraram a Rolls Royce...
Pensem nisso!
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Aqueles Jogos não conseguiram salvar a Grécia de uma provavel bancarrota que parece se avizinhar.
Mas aqui os Jogos foram e estão sendo considerados como uma panacéia para nosso desenvolvimento, sic.....
A Copa do Mundo de 2014 é outro fator, e que na Africa do Sul não levou este Pais ao pódio de desenvolvimento, mas aqui certamente o fará (sic).
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O tempo nos dirá! Eu acredito tanto quanto no Papai Noel!
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