Banco HSBC anuncia corte de 1.100 postos de trabalho em meio a crise
da France Presse, em Hong Kong
da Folha Online
O banco britânico HSBC anunciou que pretende fechar 1.100 postos de trabalho em todo o mundo para enfrentar a crise financeira, anunciou nesta sexta-feira seu porta-voz.
Entenda a crise financeira que atinge a economia dos EUA
As demissões, a metade ligada às operações do HSBC no Reino Unido, afetarão especialmente a divisão de mercados, disse Gareth Hewett, porta-voz do banco em Hong Kong. "A decisão foi tomada à luz da atividade global atual e do entorno econômico, e em função de previsões prudentes para 2009".
"A situação dos mercados segue sendo difícil e representando um desafio para nossa estratégia", e a medida "nos permitirá estar em boa posição para a próxima fase de crescimento, quando ocorrer".
Em Hong Kong ocorrerão cerca de 100 demissões.
O mau resultado do britânico é mais um na lista de instituições financeira afetadas pela crise econômica que atinge os Estados Unidos e puxa outros mercados mundiais pra baixo.
Ontem, o banco JP Morgan Chase comprou as atividades do Washington Mutual (WaMu) por US$ 1,9 bilhão, depois que o governo americano determinou o fechamento da instituição de poupança e investimentos.
O JP Morgan adquiriu os depósitos, bens e parte do passivo do Washington Mutual, o segundo maior banco de sua categoria nos Estados Unidos. A aquisição cria a maior instituição americana de depósitos e poupança, com mais de US$ 900 bilhões em depósitos.
Em março deste ano, o JP Morgan já havia adquirido o Bear Stearns, em uma operação auxiliada pelo Federal Reserve (Fed, o BC americano). O Bear teve de ser vendido devido às perdas e problemas causados pela crise das hipotecas "subprime" (de maior risco).
As baixas mais recentes foram as gigantes hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, no início deste mês, que precisaram de uma ajuda de R$ 200 bilhões do Tesouro para não quebrarem; o banco de investimentos Lehman Brotehrs, que quebrou no último dia 15; o Merrill Lynch, que foi vendido ao Bank of America; e a seguradora AIG, que precisou de um empréstimo de US$ 85 bilhões do Fed.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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