Aprovação do pacote de US$ 700 bi será difícil mas ocorrerá, diz Bush
da Folha Online
Atualizado às 9h28
O presidente dos EUA, George W. Bush, disse nesta segunda-feira que a aprovação do pacote de de US$ 700 bilhões para resgatar o setor financeiro "deverá ser difícil", mas que, com os acréscimos feitos à proposta durante as negociações com o Congresso, a medida deve ser aprovada.
"Votar essa lei é votar na prevenção de danos econômicos a vocês e às suas comunidades", disse Bush em breve pronunciamento feito nesta segunda-feira na TV, referindo-se aos congressistas. "Vamos garantir que os EUA são sérios quanto a restaurar a estabilidade e a confiança em nosso sistema."
"Vai ser difícil, mas tudo o que acrescentamos leva a crer que [o pacote] será aprovado", disse o presidente.
| Charles Dharapak/AP |
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| O presidente americano, George W. Bush, voltou a pedir aprovação do pacote |
Bush afirmou ainda que, apesar do pacote de ajuda, a economia americana ainda deverá sentir o impacto da crise 'por algum tempo'. "No longo prazo, os EUA vão superar os desafios e continuar a ser a maior economia do mundo ", afirmou Bush.
O presidente disse que, com o pacote, vão ser beneficiados tanto as instituições que fizeram empréstimos como quem contraiu dívidas. O presidente afirmou ainda que a execução do plano de resgate do setor financeiro será supervisionada para garantir a "sábia" utilização do dinheiro público.
Com o pacote, o fluxo de crédito será restabelecido, o que beneficiará as empresas, para que retomem seus investimentos, e permitirá que as pessoas possam pagar suas contas, disse o presidente. Ele ainda se referiu ao valor a ser empregado pelo governo como uma soma "necessária para que haja impacto". Bush destacou que o governo avalia que o gasto será menor que esse montante, e que quase tudo será devolvido aos cofres públicos.
Foi o terceiro pronunciamento de Bush na TV a respeito da crise desde a semana passada. Na sexta-feira (26), Bush disse, em um outro breve pronunciamento, que o governo vai conseguir aprovar o pacote. Ele reconheceu haver desacordos sobre determinados aspectos, mas não sobre a necessidade de se fazer algo para evitar maiores danos à economia.
Na quarta-feira (24), Bush, em um pronunciamento um pouco mais longo, disse que os Estados Unidos estão "imersos em uma grave crise financeira". O presidente americano afirmou que foi obrigado a intervir para evitar o pânico financeiro e a recessão. Segundo ele, sem o pacote, poupanças serão perdidas, os despejos aumentarão, empregos serão perdidos, empresas vão fechar e o país irá mergulhar em "uma longa e dolorosa recessão".
Restrições ao Executivo
Em linhas gerais, o projeto apresentado pelo Congresso limita os poderes do Executivo para gerir o pacote, estreita a vigilância sobre a aplicação dos recursos, reduz os pagamentos milionários aos grandes executivos por trás das instituições financeiras que quebraram, além de ampliar benefícios para os contribuintes.
O texto foi redigido durante a noite e a manhã de hoje, depois que os líderes do Legislativo alcançaram um acordo, sobre suas linhas gerais, pouco depois da meia-noite. Em comparação, a proposta inicial apresentada ao Congresso pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, tinha três páginas.
A presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, apontou que haverá um período de 24 horas após a divulgação do documento, o que significa que o projeto de lei somente será votado na segunda-feira à tarde. Depois, o projeto de lei deve passar pelo crivo do Senado. Se aprovado sem maiores obstáculos, deve seguir para sanção do presidente George W. Bush.
Em lugar de pôr à disposição do Tesouro dos EUA, de uma vez só, os US$ 700 bilhões, o montante será liberado de forma fracionada. O governo poderá usar US$ 250 bilhões imediatamente, e US$ 100 bilhões somente se o presidente Bush considerar necessário. O Congresso pode reter os outros US$ 350 bilhões se não estiver satisfeito com o desempenho do programa.
Os democratas também conseguiram introduzir cláusulas para a proteção do contribuinte. O projeto estabelece um conselho de supervisão do programa, que incluirá o presidente do Federal Reserve (banco central americano), Ben Bernanke, entre outras altas autoridades americanas.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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