Inflação pelo IGP-M volta a subir e fica em 0,11% em setembro, diz FGV
da Folha Online
O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve alta de 0,11% em setembro, voltando a subir depois da deflação de 0,32% em agosto. O índice acumula no ano alta de 8,47%, enquanto nos 12 meses até setembro a alta é de 12,31%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
Entenda a diferença entre os principais índices de inflação
O IPA (Índice de Preços por Atacado) teve ligeira variação positiva de 0,04% neste mês, contra deflação de 0,74% em agosto. O índice relativo aos Bens Finais caiu 0,18%, contra uma alta de 0,32% em agosto, com destaque para o subgrupo alimentos in natura (de 0,28% para -4,60%). Excluindo alimentos in natura e combustíveis, o índice subiu 0,24% --ligeiramente abaixo dos 0,26% registrados em agosto.
O índice referente ao grupo Bens Intermediários subiu 1,05% neste mês, contra 1,28% um mês antes, com destaque para a desaceleração no subgrupo materiais e componentes para a construção (de 4,68% para 1,71%). Excluído o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, o índice subiu 1,17%, pouco abaixo do 1,26% em agosto.
O índice de Matérias-Primas Brutas teve deflação de 1,21% em setembro, contra uma deflação maior, de 4,71%, um mês antes. Os itens soja em grão (-13,32% para -0,08%), tomate (-30,66% para -27,95%) e milho (em grão) (-11,46% para -7,58%) foram os destaques. Já os itens leite in natura (-3,97% para -8,25%), suínos (5,69% para -1,77%) e aves (4,44% para 1,48%) tiveram desaceleração.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) teve deflação de 0,06% em setembro, contra alta de 0,23% um mês antes, com destaque para os preços no grupo Alimentação (-0,46% para -1,04%) --em particular nos itens hortaliças e legumes (-6,51% para -8,84%), laticínios (-0,78% para -2,92%) e arroz e feijão (-1,65% para -4,34%).
Os grupos Habitação (0,82% para 0,29%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,54% para 0,32%) e Transportes (0,18% para 0,11%) tiveram desaceleração, com destaque para tarifa de telefone fixo residencial (2,46% para 0,36%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,63% para 0,06%) e gasolina (0,17% para -0,10%).
Já os preços nos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,03% para 0,35%), Despesas Diversas (0,84% para 1,26%) e Vestuário (-0,16% para 0,31%) subiram, com destaque para os itens salas de espetáculo (-0,12% para 2,77%), cigarros (0,23% para 2,38%) e roupas (-0,71% para 0,27%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,95% em setembro, abaixo do 1,27% visto em agosto. Os grupos Materiais (2,51% para 1,73%) e Serviços (0,50% para 0,40%) apresentaram desaceleração; a taxa do grupo Mão-de-Obra, no entanto, apresentou aceleração (de 0,25% para 0,30%).
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Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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