Pacote vai restabelecer fluxo de crédito na economia dos EUA, diz Fed
da Folha Online
O presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Ben Bernanke, elogiou o acordo entre governo e Congresso sobre o pacote de US$ 700 bilhões destinado a salvar as empresas do setor financeiro e pediu agilidade na aprovação da medida.
"Vejo com satisfação o acordo entre Congresso e governo sobre um plano abrangente para estabilizar nosso sistema financeiro e apoiar nossa economia", disse Bernanke, em um comunicado. "Essa lei deve ajudar a restaurar o fluxo de crédito para domicílios e empresas essencial para o crescimento econômico e a criação de empregos, ao mesmo tempo em que oferece proteção forte e necessária aos contribuintes", diz a nota.
A falta de fluxo de crédito, decorrente da crise das hipotecas "subprime" (que reúne cliente com histórico de problemas de crédito), que já dura mais de um ano, afetou diversas instituições financeiras nas últimas semanas.
O caso mais recente de quebra foi a do Washington Mutual (WaMu), na semana passada, no que os analistas definiram como a maior falência de um banco nos Estados Unidos. O Washington Mutual, que já estava em dificuldades, foi fechado pelas autoridades americanas, que decidiram fazer o JP Morgan Chase recomprar, por US$ 1,9 bilhão, uma parte de suas atividades. Com sede em Seattle (Oeste), era o sexto banco americano em ativos.
Antes do WaMu, já havia quebrado o banco de investimentos Lehman Brothers, no último dia 15. O banco vinha procurando um comprador, como forma de reforçar seu caixa, após as perdas com as hipotecas "subprime"; sem sucesso em encontrar um comprador, o banco também falhou em encontrar fontes de crédito junto a outras instituições privadas. O governo negou ajuda e a saída foi pedir concordata.
O Merrill Lynch escapou do mesmo fim ao ser vendido ao Bank of America; e a seguradora AIG obteve do Fed um empréstimo de US$ 85 bilhões, para não fechar as portas. O Fed, no entanto, já havia negado em uma ocasião anterior a ajuda à AIG, mas o temor de ver quebrar uma das principais instituições financeiras do mundo levou o banco a mudar de posição.
O Wachovia --quarto maior banco dos EUA-- também será adquirido pelo gigante financeiro Citigroup, com assistência da FDIC (Corporação Federal de Seguro de Depósito, na sigla em inglês), órgão do governo que garante operações do setor bancário americano. O órgão informou que irá absorver as perdas do Wachovia acima de US$ 42 bilhões e que receberá US$ 12 bilhões em ações e garantias do Citigroup.
Segundo a FDIC, o Wachovia não quebrou, todos os depósitos estão protegidos e não haverá custos para a DIF (Fundo de Garantia de Depósitos, na sigla em inglês).
Bernanke também elogiou a ação "oportuna" da FDIC, "que demostra o compromisso inabalável de nosso governo com a estabilidade financeira e econômica".
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Ao ver alguns programas do PT de perto, me assustei com a qualidade do andamento dos mesmos. Projetos mal feitos, abandonados e sem previsão de término, porém está nas estatísticas do governo.
Hospital Escola da Universidade Federal de São CArlos é um exemplo, onde foi criado às preças um curso de Medicina, onde a qualidade esta sendo questionável.
Visitei algumas obras do PAC na cidade. Milhões de reais em esquemas superfaturados, e sem previsão para finalizar dentre outros problemas de dezenas de ONGs que recebem verba do PT.
Isso em uma das melhores cidades do Brasil, com duas Universidades publica de ponta, imagina pelo resto do Brasil.
Povo brasileiro deu carta branca à corrupção e ao Lula.
[]s
Eduardo.
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O Sr. José Serra está numa saia justa cada vez mais apertada, porque ele não sabe como dizer ao seu partido que não pretende ser lançado como candidato à presidente em 2.010, porque burro ele não é. E vai empurrando com a barriga seu constrangimento em dizer isso aos caciques do PSDB. Ele vai se candidatar à reeleição como governador de São Paulo.
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