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Dinheiro
29/09/2008 - 19h28

Crise americana derruba Bolsas na América Latina nesta segunda

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da Efe
colaboração para a Folha Online

A rejeição do pacote de US$ 700 bilhões de ajuda ao setor financeiro, proposto pelo governo americano, fez com que as principais Bolsas da América Latina fechassem o dia com fortes quedas. Entre as principais instituições de valores localizadas abaixo dos Estados Unidos, apenas a Bolsa de Caracas fechou esta segunda-feira com leve alta, de 0,36%.

Entenda a crise financeira que atinge os EUA

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), a segunda maior das Américas, fechou com sua pior queda dos últimos nove anos com o Ibovespa despencando 9,36%, e atingiu 46.028 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,76 bilhões. A queda de hoje chega a superar o pregão registrado no dia 11 de setembro de 2001 --data dos atentados terroristas nos EUA.

No México, o IPC (Índice de Preços e Cotações) da BMV (Bolsa Mexicana de Valores), fechou nesta segunda-feira em baixa de 6,40%, atingindo 23.955,67 pontos. Essa foi a maior queda da Bolsa neste ano. O recorde anterior foi registrado em 21 de janeiro, quando houve baixa de 5,35%.

O índice Merval, o mais importante da Bolsa de Buenos Aires, fechou em queda de 8,68%, em 1.545,45 pontos. O Índice Geral da Bolsa teve baixa de 7,77% e ficou em 87.206,99 pontos.

A Bolsa de Santiago registrou queda de 5,49% no índice IPSA, fechando em 2.631 pontos. Esse é o pior resultado do índice nos últimos dez anos. O índice geral IGPA fechou também com forte baixa de 4,55%, para 12.524,02 pontos.

No Uruguai, o índice Imebo da Bolsa de Montevidéu, que mede a rentabilidade dos títulos públicos uruguaios, fechou nesta segunda-feira em queda de 0,72%, para 2.593,63 pontos. O índice ION, das obrigações privadas, teve alta de 0,01%, para 191,99 pontos.

Comentários dos leitores
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
sem opinião
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alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
O que nós que estamos na estrada, lutando e correndo tanto atrás de objetivos, podemos esperar desses Governos Estaduais e Federais. Temos exemplos de Venezuela, Argentina, EUA, China etc. Todos os dias jornais do Brasil e do mundo dizem a mesma coisa. O Governo Brasileiro precisa diminuir os gastos públicos e a despesa só aumenta. Judiciário ganha quanto quer. Legislativo (vergonha) ganha quanto quer(rouba quanto quer), executivo ganha quanto quer (rouba quanto quer). O Presidente Sr. Lula era contra tudo isso, antes de ser Presidente. Onde está o Lider Brasileiro, que poderá nos tirar de toda essa lama? Quem disse que a Petrobrás é nossa? Que o Pré-Sal é nosso? Mais da metade de tudo isso é dos Americanos(via Bolsa de Valores). O Governo Brasileiro vive destruindo nossos sonhos, sonho de educarmos nossos filhos, termos nossa casa própria, nosso carro de qualidade, nossa vida em família com o conforto que merecemos. Exemplo disso são as pessoas se afongando nas recentes chuvas (pois não tem como morar dignamente) e são obrigados a se espremeram e enconstas de barrancos e áreas pantanosas. A Petrobrás esfola os Brasileiros em nome da liberdade de mercado (transferindo todo o lucro para as famílias prósperas e gordas americanas). O governo Brasileiro só pensa em arrecadar, não pensa no povo. Até onde poderemos suportar toda essa carga? sem opinião
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Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Em relaçao ao alcool, gostaria de comentar sim, primeiro lugar deveria abastecer a demanda do nosso Pais, exportar menos, fazer o brasileiro pagar menos, se houver sobras, ai sim vender, mas nos brasileiro estamos cansado dessa politica de primeiro abastecer na fora, cada vez que abastecemos na fora, sobra menos para o mercado interno, e assim consequentemente pagamos mais, Exelentissimo SR Presidente da Republica, aqui deixo meu apelo, "Vamos olhar para o mercado interno, um otimo exemplo e o caso do alcoool, pô e nossa cana de açucar, e nossa fabricaçao, produçao toda nossa, Por que pagar mais caro.
No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
sem opinião
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