Crise americana derruba Bolsas na América Latina nesta segunda
da Efe
colaboração para a Folha Online
A rejeição do pacote de US$ 700 bilhões de ajuda ao setor financeiro, proposto pelo governo americano, fez com que as principais Bolsas da América Latina fechassem o dia com fortes quedas. Entre as principais instituições de valores localizadas abaixo dos Estados Unidos, apenas a Bolsa de Caracas fechou esta segunda-feira com leve alta, de 0,36%.
Entenda a crise financeira que atinge os EUA
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), a segunda maior das Américas, fechou com sua pior queda dos últimos nove anos com o Ibovespa despencando 9,36%, e atingiu 46.028 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,76 bilhões. A queda de hoje chega a superar o pregão registrado no dia 11 de setembro de 2001 --data dos atentados terroristas nos EUA.
No México, o IPC (Índice de Preços e Cotações) da BMV (Bolsa Mexicana de Valores), fechou nesta segunda-feira em baixa de 6,40%, atingindo 23.955,67 pontos. Essa foi a maior queda da Bolsa neste ano. O recorde anterior foi registrado em 21 de janeiro, quando houve baixa de 5,35%.
O índice Merval, o mais importante da Bolsa de Buenos Aires, fechou em queda de 8,68%, em 1.545,45 pontos. O Índice Geral da Bolsa teve baixa de 7,77% e ficou em 87.206,99 pontos.
A Bolsa de Santiago registrou queda de 5,49% no índice IPSA, fechando em 2.631 pontos. Esse é o pior resultado do índice nos últimos dez anos. O índice geral IGPA fechou também com forte baixa de 4,55%, para 12.524,02 pontos.
No Uruguai, o índice Imebo da Bolsa de Montevidéu, que mede a rentabilidade dos títulos públicos uruguaios, fechou nesta segunda-feira em queda de 0,72%, para 2.593,63 pontos. O índice ION, das obrigações privadas, teve alta de 0,01%, para 191,99 pontos.
Leia mais
- Em dia histórico, Bovespa fecha em baixa de 9,36%, a pior queda em nove anos
- Bovespa acumula queda de 17%; analistas recomendam não mexer em aplicações
- Após rejeição a pacote nos EUA, índice Dow Jones tem maior queda da história
- Petróleo cai quase 10% com rejeição a plano dos EUA e temor sobre consumo
- Câmara dos EUA rejeita pacote de US$ 700 bi; governo estuda próximo passo
Especial



O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
avalie fechar
avalie fechar
No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
avalie fechar