Gordon Brown manifesta decepção com resultado na Câmara dos EUA
da France Presse, em Londres
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, se disse "muito decepcionado" com a rejeição, nesta segunda-feira, pela Câmara dos Representantes dos Estados Unidos do plano de socorro financeiro.
O chefe de governo britânico declarou que apóia esta "ação decisiva" em plena tempestade financeira, e que está preparado para tomar qualquer decisão que considere necessária para garantir a estabilidade no Reino Unido.
Brown informou ter enviado "uma mensagem" à Casa Branca "ressaltando a importância desta ação decisiva".
"A votação que aconteceu na América é muito decepcionante", afirmou.
"Empreendemos recentemente ações decisivas no Reino Unido para manter a estabilidade do nosso sistema bancário", declarou Brown, poucas horas depois da nacionalização da Bradford & Bingley, o segundo banco britânico a passar ao controle do estado este ano.
O primeiro-ministro disse ainda que o ministro das Finanças, Alistair Darling, e o governador do Banco da Inglaterra "tomarão todas as medidas necessárias para garantir a estabilidade do sistema, em benefício das famílias e dos negócios" em todo o país.
O pacote de US$ 700 bilhões de ajuda ao setor financeiro, proposto pelo governo no último dia 20 e rejeitado nesta segunda-feira na Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados), após uma semana de intensas negociações, tem agora um futuro incerto.
Segundo o porta-voz da Casa Branca Tony Fratto, o presidente George W. Bush vai se reunir com membros do Congresso e da equipe econômica para "determinar os próximos passos"
A Casa Branca informou que está "muito desapontada" com a rejeição ao pacote. "Não há dúvidas de que o país está enfrentando uma crise difícil", afirmou Fratto.
A Câmara rejeitou o pacote por 228 votos contra; a favor foram 205 votos. Os votos contrários ao pacote de resgate dos bancos vieram tanto dos democratas como dos republicanos. Segundo o jornal "The New York Times" ("NYT"), mais de dois terços dos republicanos e 40% dos democratas se opuseram.
Leia mais
- Ideologia e eleições levam a colapso de pacote nos EUA
- "Não é hora de apontar culpados, mas de resolver o problema", diz McCain
- Rejeição do pacote foi decepcionante e é preciso um novo plano, diz Paulson
- Após rejeição a pacote nos EUA, índice Dow Jones tem maior queda da história
- Emergentes não podem ser vítimas do cassino americano, afirma Lula
Livraria
- Entenda os ESTADOS UNIDOS, o dólar, a Alca, a CIA, a história e política externa do país
- Livros da "THE ECONOMIST" explicam termos essenciais de economia e negociação
- Jornalista explica em livro papel do SISTEMA FINANCEIRO; leia capítulo
Especial


Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
avalie fechar
SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
avalie fechar
A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
avalie fechar