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Dinheiro
30/09/2008 - 04h01

Banco franco-belga Dexia receberá injeção de US$ 9,2 bilhões

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da Folha Online
com Efe

Bélgica, França e Luxemburgo chegaram hoje a um acordo para injetar 6,4 bilhões de euros (US$ 9,2 bilhões) no banco franco-belga Dexia, na tentativa de restaurar a confiança financeira na entidade.

Em anúncio divulgado nesta terça-feira, o primeiro-ministro belga, Yves Leterme, afirmou que a intenção é recuperar parte da liquidez da instituição após a perda de quase 30% de seu valor, nesta segunda-feira (29).

A queda ocorreu depois que os governos da Bélgica, Holanda e Luxemburgo injetaram cerca de US$ 16,4 bilhões de dinheiro público para comprar o Banco Fortis.

Negociadores dos três países e dos acionistas do banco fecharam hoje um acordo sobre os detalhes do plano de resgate da entidade.

A Bélgica investirá 3 bilhões de euros, a França outros 3 bilhões de euros e Luxemburgo 376 milhões de euros, segundo o plano.

O Dexia foi fundado em 1996 a partir da junção dos bancos France's Credit Local e Belgium's Credit Communal.

Comentários dos leitores
J. R. (397) 08/07/2009 13h46
J. R. (397) 08/07/2009 13h46
Crise? Aqui não haverá crise. Nossos trilhões da reserva do tesouro está no FED impresso em verdinhas, sem lastro mas tudo bem. Isso é que é ser solidário. sem opinião
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Jurgen Filip Merkel Gunsch (4) 08/07/2009 11h59
Jurgen Filip Merkel Gunsch (4) 08/07/2009 11h59
E se a crise estiver apenas começando ??? 2 opiniões
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Cristiano Garcia (256) 08/07/2009 08h34
Cristiano Garcia (256) 08/07/2009 08h34
O Vaticano pedir uma nova ordem financeira mundial baseada na ética ... Isso é muito risivel.
Eu ainda me lembro do quebra do banco Ambrosiano na Italia, e que apesar das claras falcatruas promovidas do arcebispo Paul Marcinkus, e como o mesmo Vaticano moveu mundos e fundos para comprar a inocencia do referido meliante, e conseguiu.
Precisamos de uma nova ordem financeira mundial, mas o Vaticano não tem moral para pretender levar essa bandeira. Um estado riquissimo, onde a luxuria, e o desprezo pelo sofrimento alheio fica evidente na quantidade de bens acumulados, e que poderiam ser utilizados para minorar o sofrimento dos desvalidos.
E no passado como ja mencionou aqui o leitor Vladimir Tzonev, a igreja catolica patrocinou o assassinato em massa, com requintes de perversidade e de forma extremamente cruel, aqueles que se recusavam aceitar suas doutrinas.
Então para mim, o Vaticano, seu rei, seus vassalos e etc, não possuem um pingo de ética.
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