Banco Lehman Brothers vende divisão de gestão de ativos por US$ 2,15 bi
da Efe
da Folha Online
O banco de investimentos Lehman Brothers vendeu sua divisão de gestão de ativos Neuberger Berman por US$ 2,15 bilhões aos investidores financeiros americanos Bain Capital e Hellman & Friedman, anunciaram hoje os compradores.
Uma vez completada a aquisição, será constituído o Neuberger Investment Management, uma nova firma independente de gestão de investimentos, cujos ativos superarão os US$ 230 bilhões e que será dirigida por George Walker, o responsável de gestão de investimentos de Lehman Brothers.
A quebra do Lehman o último dia 15 marcou o início do atual ciclo da crise financeira nos EUA. O banco, que tentou encontrar um comprador para ajudar a reforçar seu caixa, não obteve sucesso. As tentativas de encontrar uma fonte de crédito para captar recursos e honrar seus compromissos também falharam --mesmo o governo não emprestou dinheiro ao banco. A solução encontrada foi pedir concordata.
Desde a quebra do banco, outras instituições passaram por problemas: o rival Merrill Lynch foi vendido ao Bank of America; a seguradora AIG recebeu um empréstimo de US$ 85 bilhões do Federal Reserve (Fed, o BC americano), por também ter enfrentado problemas para obter financiamentos junto a outras instituições privadas; e o Washington Mutual, um dos maiores bancos do setor de empréstimos e poupança ("savings & loans"), também quebrou, tendo sido adquirido em seguida pelo JPMorgan Chase.
Ontem, o Wachovia --quarto maior banco dos EUA-- teve suas operações bancárias adquiridas pelo Citigroup, um dos maiores grupos financeiros do mundo.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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