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Dinheiro
01/10/2008 - 11h52

Crise representa riscos para o comércio mundial, afirma OMC

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da France Presse

O diretor geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), Pascal Lamy, admitiu nesta quarta-feira que a crise financeira pode ter um impacto negativo no comércio internacional, mas que o dinamismo dos países emergentes pode compensar parte do problema.

Entenda a crise que atinge a economia dos EUA

"Penso que há um risco pouco conhecido de que isto aconteça", disse Lamy à rádio francesa RTL, ao ser questionado sobre as conseqüências da crise para o comércio mundial. 'Não sabemos muito bem qual será o impacto, mas com certeza será negativo."

"Se a economia americana e as economias européias forem afetadas, nos restam, graças a Deus, grandes motores de crescimento nos países emergentes", acrescentou.

Lamy acredita que para sair da crise a curto prazo é necessário um plano do tipo de (Henry) Paulson (secretário do Tesouro americano), que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso dos EUA, mas considerou que 'a médio prazo é mais complicado, porque falta uma regulamentação em escala mundial, como acontece com os intercâmbios comerciais".

Comentários dos leitores
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Esses políticos brasileiros são vaidosos e ingenuos.
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Um projeto megalomanico dentro de um sistema interncional decadente com vários episodios de falência. Vão acabar vendendo as construções sor 20% do valor sem opinião
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