Casa Branca diz que crise afetará economia também em 2009
da Efe, em Washington
A crise financeira que causou turbulências nos mercados internacionais ainda afetará a economia americana no primeiro trimestre do próximo ano, reconheceu hoje a Casa Branca.
O porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto, afirmou em sua coletiva de imprensa diária que "ninguém deve subestimar o que esta onda da crise creditícia" fez à economia este ano "e provavelmente fará no primeiro trimestre" de 2009.
"Nossa economia é resistente e é claro que nos recuperaremos, mas seguramente vai representar um peso", afirmou Fratto.
Fratto se declarou "bastante otimista" de que a Câmara vá aprovar a medida, mas disse que levará "semanas" até que o Departamento do Tesouro comece a comprar ativos de má qualidade de Wall Street.
"O Tesouro quer começar a se movimentar o mais rápido possível, mas é uma coisa complicada (...) acho que demorará pelo menos semanas", declarou o porta-voz.
Projeto
Na noite desta quarta-feira o Senado aprovou, por 74 votos a 25, uma nova versão do plano de ajuda, ampliando o custo inicial do projeto para US$ 850 bilhões ao incluir um corte de impostos de US$ 150 bilhões para os contribuintes. A previsão é que a Câmara vote o texto nesta sexta-feira.
O projeto rejeitado na Câmara na última segunda-feira recebeu várias emendas antes de ser aprovado pelo Senado. Além dos US$ 150 bilhões, foi incluída a ampliação das garantias do governo a depósitos bancários dos cidadãos, dos atuais US$ 100 mil para US$ 250 mil.
Também foram incluídos descontos nos impostos para promover o uso de fontes de energia renováveis, valor de quase US$ 80 bilhões. As mudanças ocorreram para tentar diminuir a rejeição de alguns parlamentares.
O teor geral do plano contempla tanto as principais exigências do secretário do Tesouro, Henry Paulson, quanto as principais críticas dos legisladores americanos ao teor do pacote, críticas essas que fizeram as negociações se arrastarem.
Hoje, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou que o financiamento para os pequenos negócios está praticamente congelado e que é necessário que a Câmara aprove o pacote de resgate econômico.
"O crédito está congelado. As pessoas não estão conseguindo empréstimos de bancos e os bancos não estão emprestando para as médias e pequenas empresas. Isso significa que os empregos das pessoas estão em risco", disse o presidente dos EUA.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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