Bolsas americanas têm forte queda com dados da economia e pacote
da France Presse, em Nova York
da Folha Online
As Bolsas de Nova York fecharam em forte queda nesta quinta-feira, afetada pela espera da aprovação do plano de resgate financeiro americano, que será votado amanhã pela Câmara dos Representantes (o Senado aprovou o texto nesta quarta-feira), e por temores sobre dados da economia real.
O Dow Jones Industrial Average (DJIA), principal indicador da Bolsa americana, caiu 3,22%, aos 10.482,85 pontos, enquanto o índice Nasdaq, de alto componente tecnológico, retrocedeu 4,48%, para 1.976,72 unidades. O índice ampliado Standard & Poor's 500, por sua vez, caiu 4,03%, terminando a 1.114,28 pontos.
| Richard Drew/AP |
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| Índice Dow Jones, principal da Bolsa de NY, recuou com temor sobre aprovação do pacote |
No Brasil, o pânico dos mercados internacionais contaminou as operações da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), que fechou em acentuada queda: 7,34%, a 46.145 pontos.
A tensão pressionou os mercados durante toda a sessão. Pela manhã, as Bolsas asiáticas já sinalizavam o desânimo dos investidores com as perspectivas da economia americana. Na Europa, as principais Bolsas também não concluíram o expediente com desempenho melhor. Em Londres, as ações retraíram 1,80% (pelo índice FTSE), enquanto em Frankfurt, a Bolsa local recuou 2,51%.
"O grande momento será a sexta-feira: teremos o relatório mensal sobre o emprego e também saberemos se o plano de resgate será finalmente aprovado pelo Congresso", indicou Mace Blicksilver, da Marblehead Asset Management.
O acordo do Senado da versão modificada do plano não entusiasmou os investidores. Eles esperam ansiosos para saber se a Câmara dos Representantes seguirá o mesmo caminho dos senadores, depois de ter rejeitado a primeira versão do projeto nesta segunda-feira, provocando uma queda histórica de quase 800 pontos do Dow Jones.
Antes da abertura, os investidores examinarão o relatório mensal sobre o emprego nos Estados Unidos, que segundo analistas deve mostrar um agravamento da situação do mercado de trabalho.
Hoje, o aumento dos pedidos semanais de seguro-desemprego nos EUA, com 497 mil casos --nível mais alto em sete anos-- influenciou a queda da Bolsa na abertura do pregão. Mais tarde, pesou a queda das encomendas às indústrias, que registraram a pior queda nos últimos dois anos: um declínio de 4% em agosto ante um incremento de 0,7% em julho.
Em um dia difícil, os valores relacionados à energia e às matérias-primas foram particularmente afetados, enquanto a economia se desacelera, segundo Blicksilver. Os fundos especulativos, que ganharam muito investindo em papéis ligados a agricultura, metais e fertilizantes, venderam seus títulos a longo prazo, generalizando uma atmosfera negativa no setor, explicou o analista.
Os preços do petróleo fecharam em queda mais uma vez nesta quinta-feira em Nova York, caindo abaixo dos US$ 94.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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