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Dinheiro
03/10/2008 - 05h25

Bolsas asiáticas caem com desconfiança sobre pacote dos EUA

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da Folha Online

O mercado asiático recebeu com desconfiança pelo segundo dia o pacote de US$ 700 bilhões para resgate financeiro, aprovado pelo Senado dos Estados Unidos nesta quarta-feira (1). As Bolsas de Valores da região seguiram a tendência mundial e fecharam com perdas nesta sexta-feira, encerrando mais uma semana no vermelho em decorrência da crise.

A Bolsa de Tóquio operou durante todo o dia no vermelho e fechou as operações desta sexta com queda de 1,94%, aos 10.938,10 pontos. A perda foi a maior desde 2005 e já começa a causar pânico no mercado japonês, sobretudo com relação ao desempenho do setor de tecnologia e com a exportação ao país.

"Os indicadores da economia americana estão péssimos, e a tendência é piorar", afirmou Hiroaki Osakabe, da Chibagin Asset Management. "A economia japonesa não está boa, os EUA não estão bons, a Europa não está bem. O próximo alvo podem ser as economias emergentes --e isso só vai aumentar os grandes importadores, como o Japão."

A Bolsa de Hong Kong afundou 2,40% no pior resultado entre os principais mercados do continente; em Sydney (Austrália), os negócios retraíram 1,49%; em Seul (Coréia do Sul), as perdas foram de 1,39%.

O plano de resgate financeiro americano será votado nesta sexta-feira pela Câmara dos Representantes (deputados), e o temor é que haja alguma modificação a qual possa atrasar ainda mais a aplicação do projeto. O Senado aprovou o texto nesta quarta-feira.

Ontem, as Bolsas de Estados Unidos, Europa e Brasil caíram com apreensão sobre o pacote e com o indicador de emprego americano que também deve sair hoje.

O acordo do Senado da versão modificada do plano não entusiasmou os investidores. Eles esperam ansiosos para saber se a Câmara dos Representantes seguirá o mesmo caminho dos senadores, depois de ter rejeitado a primeira versão do projeto nesta segunda-feira, provocando uma queda histórica de quase 800 pontos do Dow Jones.

Com Reuters

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (74) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (74) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (74) 03/12/2009 08h28
Olmir Antonio de Oliveira (74) 03/12/2009 08h28
A respeito da postura e recuperação do sistema bancario americano, muito interesanteas posições deles diante ao sistema. Aqui temos opinióes diversas de econômistas, colaborações boas e ruins de especialistas vindas do exterior, econômistas diversos. Mas é de se lembrar que nos ultimos anos houve enormes mudanças no mundo, países apresentaram desempenhos impares em termos econônmicos......outros aque se esperavam até muito apenas conseguiram se equilibrar. O Brasil, usando o termo equilibrio, tem uma travessia importante para fazer, em um cenário internacional com crise em diversos paises, até com dificuldades para colocação, exportação, dos produtos brasileiros, em bom números com pouco valor agregado. Se a questão de trêz ou quatro mêses acreditava-se ser fundamental terem reduzido mais fortemente a taxa referencial de juros. Para os proximos mêses isto chega a ser até imperativo, seria oportuno fazer tal ajuste, aproveitando periodo de menor atividade da econômia como um todo, e por periodo em que marca a volta da cobrança de ipi a niveis "usuais". È sabido que o empresariado, e "consumidor" pagam juros exorbitantes....e isto impede uma dinâmica melhor ao país, coisa reclamada a decadas..... assim como as pequenas e dificieis condições para credito em todos os niveis. Redução da burocracia ajudaria significativamente, melhorias na infraextrutura é coisa reclamada a exaustão..... Importante se revisar as taxações e impostos.....e ampliar os controles de gastos e ou desp... sem opinião
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